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“Charlie Hebdo”
esgota ao chegar
às bancas francesas

c.h.

A edição especial do Charlie Hebdo, depois do atentado contra o jornal na quarta-feira passada, esgotou nesta manhã na França. à medida que foi chegando às bancas. Filas se formaram para a compra do jornal. Na maior parte das bancas do centro de Paris, os exemplares do Charlie Hebdo esgotaram antes das 8h (5h em Brasília) e dois funcionários disseram que “em poucos minutos” venderam todos os jornais.

1 Comentário

  1. Ouso discordar do mantra ‘Je suis Charlie’, pois entendo que o correto seria ‘Le monde est un peu plus que Charlie’.
    Convenhamos que Einstein tinha razão ao afirmar que duas coisas são infinitas: o universo e a esputidez humana, e que acerca da primeira ainda não tinha absoluta certeza.
    De fato, como no caso Charlie Hebdo, ser intolerante e levar isto às últimas consequências impondo uma linha de pensamento religioso (atitude quase sempre manifestada por menos intelectualizado), traduz comportamento estúpido. Porém, em menor grau que a estupidez do intolerante mais intelectualizado que pretende doutrinar aquele, produzindo, em nome de uma imprensa livre que não reconhece limites, charges ‘malcriadas’, de humor corrosivo, sem preocupar-se com limites de bom senso e respeito ao ‘diferente’.
    Veja-se que o Quadrinho intitulado ‘Leitura Sagrada’ (Gazeta do Povo de hoje) reporduz charge onde coloca num mesmo patamar de igualdade um jornal satírico (Charlie Hebdo), de imprensa livre e escrita para os ‘livres de pensamento’, com três livros sagrados (Biblia, Torá e Alcorão) que resultam de milênios de cultura e civilização, produzidos para pessoas que, sem perder seu ‘livre pensar’, pautam-no por uma vida de amor e fraternidade, algo bem diferente de egoismo e fratricidade.
    Viva a imprensa livre, acida, corrosiva e malcriada, mas com um mínimo de respeito ao sentimento do fraternal discordante.

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