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Richa vai cortar R$ 1 bilhão do custeio

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O governador Beto Richa pediu hoje aos secretários, presidentes de autarquias, fundações e empresas estatais mais austeridade, trabalho integrado e anunciou um ajuste fiscal para reduzir os gastos públicos do Estado. “Um encontro muito importante para definir diretrizes e fixar um plano de trabalho para que o Paraná avance ainda mais. Para isso, precisamos estar integrados e comprometidos com nossas metas de trabalho”, disse.

Na reunião, no Palácio Iguaçu, Beto Richa fez um balanço do seu primeiro governo, mostrou os avanços e conquistas e afirmou que o Paraná, assim como o Brasil, passa por um momento de dificuldades em razão da estagnação da economia e consequente queda na arrecadação. “O Paraná não é uma ilha e estamos sentindo os efeitos da estagnação da economia brasileira. Mesmo com essa situação difícil, estou otimista. Sei do talento e da capacidade de cada secretário para dar as respostas que os paranaenses esperam de nós”, afirmou.

Beto Richa também destacou que neste momento é importante manter as contas equilibradas e que o Estado irá ajustar o orçamento à capacidade financeira, reduzindo gastos e renegociando dívidas. Durante a reunião, ele pediu ainda a retomada dos contratos de gestão, documentos assinados com os secretários com as metas que cada área deverá atingir até o final de cada ano.

O secretário da Casa Civil, Eduardo Sciarra, disse que a partir de agora serão realizadas mensalmente reuniões com o secretariado. O objetivo é integrar a equipe para que todos conheçam a situação do Estado e possam participar com sugestões e orientações. “São encontros importantes para alinhar as ações e elaborar um planejamento de gestão”, afirmou.

Sciarra também ressaltou que as dificuldades econômicas do Brasil e do Paraná e exigem um ajuste nas contas do Estado. “A intenção é recuperar, num período de até um ano, a capacidade de investimento com equilíbrio financeiro”, disse. Ele lembrou que o governador já assinou 18 decretos para impor maior rigor na execução do orçamento do Poder Executivo.

O objetivo é realizar uma economia de R$ 1 bilhão nos gastos de custeio ao longo de 2015. De acordo com o secretário, esses decretos e o pacote aprovado pela Assembleia para aumentar as receitas serão fundamentais para que o Estado recupere a qualidade financeira. Hoje, dos R$ 50 bilhões do orçamento anual, sobram apenas R$ 3 bilhões para investimentos. A meta é com os ajustes aumentar esse número para R$ 5 bilhões.

O secretário de Planejamento, Silvio Barros, disse que o Estado precisa implantar um planejamento de médio e a longo prazo para o desenvolvimento econômico e social do Paraná. Ele defendeu a integração das secretarias e cobrou a disponibilização de informações atualizadas nos bancos de dados para monitoramento das ações de governo. “O ambiente econômico do Brasil e do Paraná vai exigir integração e mais trabalho. Temos que ter uma missão e uma marca de gestão”, afirmou.

11 Comentários

  1. JOÃOZINHO DO SUDOESTE Responder

    Resumindo,,,,,,só pagar contas,e dar tapinhas nas costas de prefeitinhos,e dizer só em 2016,esse ano não tem eleições……..

  2. e de concreto? NADA. O caminho é uma boa equipe…essa que aí
    está não aparenta coisa boa…tem a república de maringá, tem os
    ‘trairas’ do pmdb, tem a máfia da saúde, tem a máfia da educação…….

  3. EU TRABALHEI E VOTEI NO BETO Responder

    Se fosse no maranhão teria a alegação de que é coisa do Sarney, em alagoas seria o Collor , mas no Paraná o estado que se diz tão correto , é coisa de quem??? Ao contrario do que muitos condenam esta leva de filhos de políticos eleitos não tenho nada contra eles foram eleitos, agora nomear o resto da família não eleita em cargos comissionados e dizer que precisa diminuir os cargos, o que vai acontecer é que os familiares continuarão nomeados e os que realmente trabalham não .
    Os funcionários efetivos terão um acumulo significativo de trabalho, porque nesta hora ninguém fala mas ,estes tão famosos cargos comissionados , foram criados ao longo do tempo para suprir uma necessidade de pessoal , afinal a demanda por serviços públicos aumentaram e todo dia ainda vemos na imprensa que há falta de profissionais porem não houveram mais concursos públicos .Por outro lado o quadro de funcionários efetivos foi envelhecendo e arrisco dizer que em torno de 30% ou mais podem se aposentar hoje, porem não o fazem porque na esperança de um milagre que seria o recebimento das promoções previstas em lei porem não cumpridas , e ficam trabalhando , muitos morrem .. aguardando ….Senhores não se iludam o aumento da carga de trabalho e a redução na remuneração vai criar uma corrida desenfreada para as aposentadorias e ai os serviços a população de ruim passará ao caos e ao contrario do que afirmou que iria prova que o segundo seria melhor que a primeiro mandato não se cumprirá .
    A falta de uma política de Recursos Humanos a longo prazo onde se preveja o acréscimo da demanda de serviços para a população , o envelhecimento do quadro e as devidas reposições fará com que o problema cada vez mais se torne crônico, porem os políticos preferem jogar o problema para o próximo e para o próximo e assim vai, e os funcionários públicos vão sendo taxados de inoperantes para não dizer outra coisa.
    Para os menos informados novamente arrisco dizer que em algumas pastas do governo 60% dos funcionários (administrativos e técnicos) são ocupantes de cargos comissionados , ou seja não reconduzi-los significaria acabar com os serviços da pasta. Imaginem que sai 60% dos funcionários e que ainda existe a possibilidade de que 30% do restante podem se aposentar, sobrou….
    A redução de cargos comissionados servirá apenas para dar a falsa impressão de que o governo esta reduzindo custos, mas certamente a população irá sentir quando precisar de um serviço público. A redução de gratificação criada pelo ex secretario da fazenda exclusivamente para funcionários daquela pasta variando de mais de R$ 1.800,00 até mais de R$ 5,500.00 com garantias de levar para aposentadoria após 5 anos (melhor que aposentadoria de parlamentar) verbas para auxilio moradia para morar na própria residência e outras tantas gratificações sem uma justificativa plausível estas sim deveriam ser revistas.É como dizer que a culpa do trafico de drogas esta na cracolandia .ahahahaha

  4. Beto enfrenta desde seu primeiro mandato, os efeitos de administrações realizadas a base do dinheiro à larga, com o governo federal despejando empréstimos via BNDES (o próximo lava – jato) e verbas dos ditos programas federais irrigando as contas estaduais, sem, convenhamos, muitas precauções dos três níveis de poder: federal, estadual e municipal.
    Acompanhamos mesmo a bancarrota de alguns municípios paranaenses, vítimas do descalabro dos alcaides irresponsáveis, roubando merenda escolar e carregando nas diárias de viagem.
    Assim, verifica-se agora a dificuldade de colocar as contas em dia, com falta de dinheiro para cumprir obrigações básicas como salários de funcionários públicos, avanços de carreira, despesas com saúde e obras, etc.
    O esforço é louvável, mesmo que praticamente inócuo, pois não atinge a raiz do problema.
    A ineficiência da máquina pública ainda é endêmica. Precisaríamos de pelo menos mais três gestões divorciadas do clientelismo e paternalismo característico desta recalcitrante província paulista, para que pudéssemos começar a vislumbrar algum resultado positivo nas contas públicas.
    No governo Requião, não era raro encontrarmos pessoas definitivamente surtadas, em posições de chefia, que tal qual pequenos Neros, incendiavam seus setores com medidas estapafúrdias e gestões a base de pequenas vinganças ou desmandos infantis, como bem acompanhamos na educação e na saúde, setores que atualmente sofrem por terem flagrantes falhas na prestação de serviços de que são responsáveis. A conferir a atuação dos novos secretários…

  5. Não existe dinheiro público. O que existe é o arrecadado principalmente através dos impostos e gerido pelo setor público, que mal administrado, faz com que metade seja ilicitamente desviado e a outra metade seja mal aplicado. E nesta hora, onde está o Tribunal de Contas ? Onde está a população que não se revolta e sai as ruas ? Ficar reclamando deitado em berço esplêndido, nada resolve. Esta é a situação atual não só do Paraná, mas de todo o Brasil. O Paraná está atrelado as políticas brasileiras, se o governo federal vai mal, isto se reflete diretamente nos estaduais e municipais. Incompetência, falta de aplicação em infraestrutura, juros altos, inflação crescente, corrupção desenfreada, é o que vemos. A Revolução Francesa, na época, pois um basta em muitos desmandos, mas custou várias cabeças na gilhotina, tanto de dirigentes políticos, quanto do povo. Alguém quer oferecer a sua, nesta luta ? É muito fácil ficarmos só criticando !!! Uma andorinha só não faz verão. Mas muitas… milhares unidas… não só fazem o verão, mas em pouco tempo nos remetem a uma grande primavera de esperança…

  6. Luis Indignado Responder

    É difícil acreditar em corte de gastos, encurtar a corda, em fim, fazer economia, quando na verdade de dentro do próprio Governo vem os desmandos. Vejam só o Governador na última reunião do secretariado falou em cortar até a gratificação de funcionários, olhem só, não se admite que dentro do Estado exista órgãos diversos que cuidam da mesma coisa e se criam autarquias somente para arrumar mais vagas para presidente e seus diretores. Vamos falar do Meio Ambiente, A secretaria Estadual do Meio Ambiente agrega hoje o Instituto Ambiental do Paraná – IAP o Instituto das Águas e o ITCG. Agora estão falando por aí que o Iap praticamente vai ser desmontado e criado o Instituto de Florestas do Paraná, ora, dentro do próprio IAP existe uma diretoria de fomento florestal, será que não seria mais correto reavaliar essa diretoria e botar pra funcionar do que criar novo Instituto e suas diretorias? Se existe um Instituto Ambiental por que não cuidar de tudo com relação ao meio ambiente inclusive a questão hídrica? pra que ter Instituto das águas! não seria muito mais econômico ter dentro do IAP apenas diretorias? Expliquem por que criaram de volta o ITCG, esse também poderia ser uma diretoria dentro da SEMA ou do IAP. Analisando assim, vemos que dificilmente o Governo quer economizar o que quer é cortar salários dos funcionários que realmente trabalham e defendem o dia a dia. Se em todas as Secretarias existissem essa consciência de agregar os serviços correlacionados em forma de diretoria ai sim haveria uma grande economia, quantos cargos de presidentes e diretores seriam extintos.

  7. Falta prioridade.
    Enquanto o governo gastar rios de dinheiro com publicidade (em 2013 foram R$ 106,4 milhões, aumento de mais de 600% em relação ao ano anterior), e cargos em comissão que são verdadeiros cabides de emprego, não merece o respeito do povo paranaense.

    Enquanto isso, não se estrutura a Defensoria Pública, órgão que dará voz a milhares de excluídos.

  8. conforme a constituição federal em seu artigo 37;
    corte primeiro
    -todos os cargos comissionados;
    -auxilio moradia de mais de 4mil reais para juizes e promotores do ministério público (estaduais);
    -cargos comissionados de deputados estaduais, que não são poucos hein!;
    -todas as gratificações destes deputados e juízes e promotores e procuradores, pois se são funcionários bem sucedidos não precisam de gratificações, uma vez que já ganham mais de 20 mil reais como vencimentos.
    obs; tirar de quem ganha até 2mil reais não é a solução…

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