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Petrobras contratou 60% das obras por convite

Usado por cartel, forma dificulta fiscalização e envolveu R$ 220 bi

Adoção do método cresce nove vezes, justamente no período investigado pela Operação Lava-Jato. O uso de cartas-convite, modelo de licitação em que a Petrobras escolhe quem vai participar, sem obrigação de divulgar editais, cresce nove vezes de 2003 a 2012 e movimentou R$ 220 bilhões em compras, justamente no período investigado na Operação Lava-Jato, contam Alexandre Rodrigues, Fábio Vasconcellos e Cleide Carvalho. Um dos delatores ouvidos pela Polícia Federal disse que esse sistema fortaleceu a ação do cartel de empreiteiras investigadas: três delas foram as mais contratadas por carta-convite.

4 Comentários

  1. Esta moda de contratar sem licitação eh do tempo do FHC! Ele chamou de contratação simplificada…kkkk inclusive aprovada pelo STF! Não vamos esquecer disso.

  2. O Q ME ADIRO É Q O POVO BRASILEIRO ASSISTE TUDO ISSO PACIFICAMENTE, O Q ESSE GOVERNO E ESSE PARTIDO TÃO CORRUPTOS ESTÃO FAZENDO AINDA NO PODER, E O EXÉRCITO O Q ESTA ESPERANDO.

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