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Desconfiadíssimo

Lá como cá.Joaquim Levy, ministro da Fazenda, anda desconfiado. A solidariedade da maioria dos setores do governo com a nova política econômica é muito baixa. A presidente Dilma Rousseff está encostada na parede diante da metralhadora giratória do próprio PT e já surge a conversa de que “há margens para negociação”. O ajuste fiscal começa a correr o risco de não emplacar. Medidas de contenção de despesas, entre os próprios ministros, enfrentam resistências. Resumo da ópera: se o ajuste fiscal for rejeitado pelo Congresso, Levy aumenta impostos ou pede demissão.

4 Comentários

  1. Depois desta derrota fragorosa do piá de prédio a camarada Dilma que se ligue, se insistir nestas ” medidas de austeridade” propostas pelo ministro ex-banqueiro, corre sério risco de sofrer também uma derrota tão fragorosa como a sofrida pelo piá de prédio,

  2. Suba logo o imposto do remédio para 500%…
    Uma pelota a mais para quem está lazarento …

  3. O ministro Levy que não sei porque aceitou entrar nesta fria para con-
    sertar os rombos da economia vai ter dificuldades dentro do próprio
    governo para endireitar o rumo da economia. Acho uma missão impos-
    sível a curto prazo. Para um leigo como eu em macroeconomia seria
    como entrar em um cheque especial durante anos e tentar tapar o furo
    com esparadrapo. Impossível… A Dilma não tinha outra solução porem
    encontrou uma bucha de canhão e escondeu atrás dele…

  4. Este remédio amargo (bota amargo !!!) necessário para a economia
    do país já está servindo de “purgante” para o PT. Tenho certeza abso-
    luta que o fisiologismo do governo não vai tomar este purgante.

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