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Queremos cortar privilégios, diz secretário

Foto: Carlos Cecconello/Folhapress
mauro ricardo costa --

de Estelita Hassa Carazzai, Folha de S. Paulo:

Apelidado pela oposição de “Maurinho Malvadeza”, o secretário da Fazenda do Paraná, Mauro Ricardo Costa, diz que é necessário um ajuste fiscal imediato e severo.

Veja a entrevista que Mauro Ricardo Costa concedeu à Folha, falando sobre a situação financeira do estado e as medidas adotadas pelo Governo.

Folha – Por que foi preciso propor esse pacote?
Mauro Costa – Quando foi feito o orçamento, o cenário que se previa era bem diferente do que realmente aconteceu. O orçamento está totalmente desequilibrado: as receitas estão superestimadas, em razão da situação econômica do país. E as despesas foram subestimadas. É preciso fazer um ajuste fiscal.

Hoje, nós não temos recurso para nada. Nós estamos contando os centavos para fazer o pagamento da folha. A situação é grave.

Em janeiro, se não tivéssemos contado com a boa vontade dos poderes, de terem nos emprestado dinheiro, não teríamos pagado a folha. Só o Tribunal de Contas abriu mão de R$ 82 milhões. Foram R$ 150 milhões no total. Então, se não houver ações para equilibrar o Estado, vamos viver em crise.

Os servidores reclamam que estão perdendo direitos adquiridos.
Não são direitos, são privilégios adquiridos. E com dinheiro da população, não com dinheiro do Mauro ou do governador. A população acha que é adequado pagar transporte quando os professores estão de férias, ou afastados? O restante do funcionalismo recebe isso? Não recebe. Só os professores recebem.

Claro que contraria o interesse de classes. Mas é corte de privilégios.

Os professores se queixam de falta de estrutura nas escolas. Dizem que faltou dinheiro para reformas e material.
Há estrutura, tanto é que vinham dando aula normalmente. Os salários deles tiveram crescimento de 60%. O que o Estado pecou foi em não pagar o terço de férias. Mas não pagou porque não tinha dinheiro.

Não é que não quer pagar. É que o dinheiro não existe. Nós estamos fazendo ajuste fiscal exatamente para permitir que o Estado faça esse pagamento. Senão, não adianta. “Ah, tira o projeto de lei [da pauta de votação].” Aí continuamos como estamos hoje. Sem dinheiro para pagar as férias. É inconcebível essa situação.

A oposição chama o projeto de “pacote de maldades”.
Maldade com quem? Eu não vejo maldade em retirar privilégios. É dever do administrador público fazer isso.

Mas se o governo tivesse gerido o dinheiro de forma diferente no passado, a situação poderia ser outra.
Poderia, mas não foi. O que eu vou fazer? Não consigo voltar ao passado. Cabe a mim resolver o presente e o futuro. Claro que houve um problema de gestão. Senão, não haveria dívidas. Gastou-se mais do que se deveria gastar. Essas medidas de agora são para arrumar.

É traumático? É. Porque todos estavam acostumados a viver num mundo irreal. Agora, vamos ter que viver num mundo real.

Há centenas acampados na Assembleia. O sr. se preocupa com a má repercussão do pacote?
Isso é natural. Não é exclusividade do Paraná. Em São Paulo, várias vezes tivemos que cercar a Assembleia. No Congresso, isso também acontece. É uma fase difícil, mas que precisa ser administrada. Toda vez que você corta privilégios de setores, eles reagem.

O sr. propôs mexer na previdência estadual, unindo um fundo superavitário com outro deficitário. Alguns especialistas dizem que esse é o fim de um modelo que seria autossuficiente em alguns anos. Por que essa opção?
Porque foi um erro. Se fosse tão boa essa ideia, o governo federal teria criado o dele.

Hoje, nós temos um fundo que tem dinheiro e outro que não tem dinheiro. É como se faltasse dinheiro na sua conta corrente e você não pudesse mexer na sua poupança. Não consigo comprar pão e leite, mas não posso mexer na poupança, porque isso aqui é para o futuro. Não existe isso. É uma questão de sobrevivência.

Tem que ter dinheiro para pagar a folha, as dívidas, para pagar fornecedores, precatórios. Hoje, não tem.

Vai dar para pagar a folha em fevereiro?
Estamos trabalhando para isso. Por enquanto, ainda não temos dinheiro.

45 Comentários

  1. secretário forasteiro, avisa o Beto que a CREFISA tem crédito para NEGATIVADO!

  2. Correto Secretario. Não vou passar fome no futuro, mas sim agora, no presente se não receber meu salário. Então temos que optar e além do jaba tem as contas, quem vai pagar?

  3. oscar de carvalho Reply

    SE E PARA ECONOMIZAR PORQUE NÃO COMEÇA CORTANDO PRIVILÉGIOS DOS DEPUTADOS PORQUE SO DOS SERVIDORES

  4. NÃO TENHO PRIVILÉGIOS – SOU BARNABÉ E TAMBÉM QUERO RECEBER VALE TRANSPORTE E ALIMENTAÇÃO NAS FÉRIAS E LICENÇA.

    SE ATRASAR O PAGAMENTO A MUSIQUINHA É ASSIM

    ” O SALÁRIO ATRASOU A CULPA É DO PROFESSOR”

    VAMOS TRABALHAR GENTE PRIVILEGIADA

  5. Beatrix Kiddo Reply

    Ká ká ká este cara pensa que está enganando quem? Nem todos nós apoiamos que os professores recebam vale-transporte quando estão em férias, isto é um absurdo. Mas nas coisas da administração da província quase tudo é possível. Veja-se o exemplo de diretores da estatal da luz, vou citar só esta como exemplo, diretores que nunca fizeram parte do quadro, recebendo salários na casa do R$90.000,00. Isto não é um exagero? Juízes e procuradores aposentados recebendo Auxílio-moradia, não é outro? As finanças do Estado não aguentam este tipo de coisas. E ainda tem gente que defende privilégios. Privilégio é bom quando todo mundo tem direito a eles, mas aí perde a graça, deixa de ser privilégio. Mais responsabilidade no trato das coisas públicas, e menos mentira e enganação, porque nem todo mundo quer o mais do mesmo.

  6. Tudo isso é para rever mais para frente, não agora, em seguida com a participação de todos, mas agora o importante é o salário que já esta comprometido, quem vai pagar se o governo não conseguir o dinheiro, vai pagar quem não entrou em greve primeiro e se sobrar paga os professores e afins.

  7. Essa é a herança maldita do governador reeleito, pessoa inapetente e incompetente para gerir o Estado. Teve 4 anos – 48 meses – para conduzir probamente o orçamento público e preferiu dedicar-se ao seu carreirismo. A entrevista serve de corretivo mais ao atual governador que aos servidores que estão submetidos ao arrocho maldito.

    Foi reeleito por ser, contingencialmente, o menos pior dos candidatos, no entanto, está se revelando mandatário que falta com a verdade e quando tem que dizê-la, se esconde porque, de novo, já está pensando qual será o próximo pulo nas próximas eleições. Seu re-governo nem começou e já está fadado e deteriorar porque ou as medidas são necessárias ou não são e vão ser modificadas.

    É lamentável termos essa situação, mas há décadas vimos elegendo pessoas desqualificadas para gerir o Estado, tanto no legislativo como no executivo, onde tem grassado asseessores governamentais incompetentes e irresponsáveis com o patrimônio público, como é o caso da ParanaPrevi, onde nenhuma responsabilização, até o momento, foi apurada contra as omissões governamentais.

  8. Sr. Secretário,

    Vamos ser transparentes. O dinheiro do fundo previdenciário não pertence ao Executivo Estadual. É DOS SERVIDORES!!!! ISTO A MÍDIA COMPRADA NÃO EXPLICA PARA A POPULAÇÃO.

  9. João Santana Reply

    Preciso levar meus filhos a escola urgentemente…a greve ja deu o que tinha que dar, de agora em diante é somente politicagem dos partidos PT, PCdoB, PSTU, e parte do PDT e Pmdb.

  10. Carlos Ernandes Reply

    A entrevista do secretário é correta, creio que falou a absoluta verdade. Faltou gestão e controle das contas que explodiram.
    No entanto há a necessidade de avançar sobre estes privilégios.
    Um fato que descontrolou o Estado – e o governador poderá colocar o dedo, foi o aumento dos percentuais aos outros poderes. É por isto que “sobra dinheiro” nestas esferas e é razão direta do déficit.
    Está na hora do secretário Mauro , com amplos poderes, chamar esta turma de privilegiados para dividir a cota de sacrifício.
    Agora, aos funcionários do quadro geral e profissional que não foram agraciados com estes aumentos – como os dados aos professores e militares, devem receber reajustes, progressões, promoções e quinquênios.
    Equilibio já! Justiça já!

  11. Sucessivas reportagens da Gazeta do Povo tem demonstrado que, no período 2010-2014, sem aumentar impostos, o Paraná elevou em 50% a sua Receita Corrente Líquida, recorde nacional absoluto. Em outras palavras, o Paraná foi recordista de arrecadação no período. Então, o problema do Paraná não foi na Secretaria da Fazenda, por que a Secretaria da Fazenda não ordena despesas. O problema financeiro do Paraná se deu em outros departamentos e outras instâncias.

  12. ELEITOR CONSCIENTE Reply

    TOMA CUIDADO SECRETARIO PELO QUE DIZEM A SECRETARIA DA JUSTIÇA CAIU , PODE SER O INICIO DO DOMINÓ

  13. E professores como em Iretama, que nem transporte público tem, moram do lado da escola e recebem vale transporte?

  14. O Tribunal de Contas abriu mão de 82 milhões… é grana pública
    Paga 710 por mês de vale alimentação para TODOS os funcionários, sendo que a grande maioria faz meio expediente, e que esse meio expediente lá é de 3 horas por dia. Agora querem instituir auxílio moradia de 4 paus para seus probos e austeros conselheiros e auditores. Vão praquela parte, assim não sobra $ mesmo!

  15. Tenho 37 anos de casa, muita coisa entre promoções e progressões eu não recebi, faço parte de uma categoria que não recebeu os 6,28% de maio do ano passado, MAS SENHOR GOVERNADOR, ESTA FALTANDO DINHEIRO PARA PAGAR O SALÁRIO DE FEVEREIRO, ENTÃO O SENHOR PAGUE QUEM ESTA TRABALHANDO E NÃO ENTROU EM GREVE E OS DEMAIS PAGUE QUANDO TIVER DISPONIBILIDADE DE DINHEIRO. PREFIRO RECEBE O MEU SAGRADO SALÁRIO DO MÊS E AS COISA PARA O FUTURO MAIS A FRENTE NOS VEMOS COMO FICA. NÃO SÃO TODOS OS FUNCIONÁRIOS QUE ESTÃO EM GREVE, LEMBRE-SE DISTO GOVERNADOR.

  16. corte cargos comissionado e vamos ver se os deputados vão apoiar o governador, pois quase a metade dos cargos são ocupados por indicações políticas. Vários estão nomeados desde 1º de janeiro e até agora nem se apresentaram nos órgãos públicos.

  17. Engraçado que os “privilégios” dos juízes, deputados e governador ninguém quer tirar. Mas de quem rala todo dia numa sala com 40 alunos cuja retirada destes “privilégios” representaria uma micharia se comparado aos privilégios dos supracitados é mais fácil. Pq estes não tem nenhuma influência direta no cenário político.

  18. E o auxílio moradia dos juízes? Eles moram em casa própria, então cortem despesas da forma correta e legal, porque mexer no fundo previdenciário não tem nada de jurídicamente correto.

  19. devolva os 26% de aumento do judiciario do governador vice e deputados e outros mais que meterao a mão no dinheiro do estado, coloca gente competente para cuidar da coisa publica.

  20. jaime rodrigues Reply

    ALGUEM TEM QUE FECHAR AS TORNEIRAS

    DINHEIRO DO GOVERNO DO ESTADO TEM LIMITE

    ALGUEM TEM QUE PAGAR A CONTA..

  21. Sou a FAVOR de que descontem o salário dos Grevistas ,pois se não sentirem no bolso,por qualquer insatisfação vão fazer GREVE.Tem muita gente nas escolas não é 100% NÃO!

  22. inconformado Reply

    Se é pra cortar privilégios, por que não corta dos juizes (Judiciário) e dos deputados (Legislativo)? Por que não corta os privilégios dos secretários, governador e do monte de cargos comissionados que ganham muito e pouco fazem? Antes de mexer com direitos dos trabalhadores e a previdência, por que não corta os inúmeros benefícios fiscais existentes relativo ao ICMS? Por que manter créditos presumidos para diversos segmentos (por exemplo vestuário e farinheiras, entre muitos outros)? Por que manter o diferimento parcial existente? E as isenções, reduções na base de cálculo e etc?? É um tiro no pé que o senhor governador está dando. Se depender dos servidores estaduais ele pode encerrar sua carreira politica. Esquece eleição pra senador em 2018. Talvez pra sindico do prédio ou condomínio…

  23. Privilégio é você Maurinho Malvadeza receber seus R$32.000,00 como secretário e ainda o pinóquio te arrumar mais uma ajuda de custo pra ser conselheiro na COPEL, junto com o “SECRETÁRIO VAQUINHA DE PRESÉPIO DA EDUCAÇÃO”.

  24. NINGUÉM CONFIA MAIS NESSE GOVERNO, FÁCIL FAZER POLÍTICA COM O POVO PAGANDO A CONTA.

    PROFESSORES TEM FORÇA, PARA LEMBRAR EM SALA DE AULA O NOME DESTES DEPUTADOS QUE ESTÃO CONTRA A EDUCAÇÃO.

    PARANÁ TA QUEBRADO??? CORTA OS CARGOS COMISSIONADOS! NÃO VEM TIRAR DA EDUCAÇÃO, SAÚDE E SEGURANÇA!

    NEM VEM FALAR DE VALE TRASPORTE BLÁ BLÁ BLÁ….VCS QUEREM OS 8 BILHÕES…..CHEGAAAAAA, POVO TÁ UNIDO

  25. Se é para cortar privilégios, porque não começar pelo imoral AUXILIO MORADIA pago aos nossos eminentes magistrados.
    Afinal o exemplo tem que vir de cima.

  26. SOLANGE LOPES Reply

    Demite os funcionários do Estado que não trabalham e que somente recebem que sobra dinheiro.

  27. Luiz Eduardo Reply

    Nega e Jaime Rodrigues, vocês já foram professores? Já passaram por esta situação e desrespeito por parte e alguma autoridade? Para fazer tais críticas devem ser pessoas com grande conhecimento de causa. Por favor, falem um pouco de vocês, o que agregará valor aos seus comentários.

  28. Demite todos os comissionados que não se submeteram ao concurso público.

  29. Adalberto Jardim Reply

    Cortar privilégios de TODOS, sem exceção. Os Conselheiros do TCE, procuradores, etc acabaram de votar e se auto conceder auxílio moradia de R$ 4.000,00 mensais casa. Quem tem peito para cortar isso??? Você secretário?
    Porque não diminuir o número de cargos em comissão para aliviar a folha?
    Tem tantos privilégios concedidos que ninguém tem coragem de cortar, então vão passar o rodo nos que ganham menos…

  30. Este camarada não pode meter a mão no dinheiro dos funcionários… O fundo de previdência foi mantido sempre pelos funcionários…e Beto nunca contribuiu e quer meter a mão lá

  31. Luiz Eduardo Reply

    MAURO, VOCÊ É UM DESCOMPENSADO. CONVIDE-ME PARA FRENTE A FRENTE EXPLICAR O QUE CHAMA DE PRIVILÉGIOS. ANTES, VERIFIQUE O POER JUDICIÁRIO, LEGISLATIVO E O ALTO ESCALÃO DO EXECUTIVO. Assim como os Conselhos que existem no Estado. E os cargos comissionados.

  32. PRIVILEGIO SAO OS MILHARES DE CARGOS EM COMISSÃO. POR QUE NAO COMECA O CORTE POR ELES.
    VALORES QUE VAO DER$ 2500,00 ATE R$ 15.000,00

  33. “Isso é natural. Não é exclusividade do Paraná. Em São Paulo, várias vezes tivemos que cercar a Assembleia.”
    É MEU FILHO, VOLTE PARA SP, PORQUE AQUI NÃO É A TUA CASA.
    VOCÊ NÃO ESTÁ TRATANDO COM BANDIDO E SIM EDUCADORES.

  34. Sou brasileiro e paranaense e não desisto nunca, portanto continuo a afirmar que este secretário de fazendo importado pelo governador não sabe nada sobre o Paraná, sobre a sua economia e nem sobre a cultura paranaense. Como estou orgulhos de ser filho de professora e esposo de uma professora, só eles para nos ensinarem os caminho das pedras e mostrarem que este governador fugiu da escola e principalmente das aulas de economia pública além de que não aprendeu que mentira tem perna curta e mentir, mas o povo está começando a tomar consciência da besteira que fez em outubro do ano passado e como se diz nunca é tarde para se corrigir um erro e este aqui no Paraná os professores e os demais servidores públicos estaduais estão nos ensinando a faze-lo. PARABÉNS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS ESTADUAIS, VOCÊS TEM O APOIO DA MAIORIA DOS PARANAENSES.

  35. Mauro Giller Reply

    Já notaram que nunca eles dão o exemplo da “Austeridade” eles são
    caras de pau e aumentam os próprios privilégios e salários ao bel prazer.
    Que tal começarem com os privilégios e corte de salários de vocês???
    Para acabar com esta polêmica Auditoria das contas do ESTADO do PR já” pelo tribunal de contas ou MP. Transparência !!!!, O povo e as empresas pagaram seus tributos queremos governos eficientes e responsabilidade na governança do Estado!!!!! Chega de roubalheira, desvios e falcatruas!

  36. Bom, ótimo!!! então podem começar já!!! Cortem suas regalias, seus abusivos benefícios e salários exorbitantes. VERGONHA !!! CHEGA!!!!

  37. QUESTIONADOR Reply

    -Engraçado que na hora do aperto financeiro, o governo corta primeiramente as conquistas dos trabalhadores, nunca a própria carne!!!
    -Se é para cortas gastos, então vamos começar impedindo o aumento de salário do governador, secretários e demais aspones e chefes de porcaria nenhuma…

  38. Está na hora do secretário Mauro , com amplos poderes, chamar esta turma de privilegiados para dividir a cota de sacrifício. Endosso os comentários de vários aqui se manifestam sobre o corte dos seus próprios privilégios/beneces/auxilio e outros tantos mais que geram o déficit. nos servidores e trabalhadores não criamos esta situação então…. cuide da casa depois falamos em conter gastos. Não temos mais memória curta e as redes estão aí para nos lembrar.

  39. VOTEI NO CALOTEIRO DO PR Reply

    MAIS QUE SUJEITO ARROGANTE.. CAI DE PARQUEADA E QUER CANTAR DE PROFESSOR DE DEUS….

    BETO RICHA..ASSUMA O GOVERNO E NÃO SEJA PAU MANDADO DESSE MERDA DESSE SECRETARIA , ELE VAI ACABAR COM A SUA CARREIRA E VAI EMBORA ,E VC VAI FICAR COM A CONTA DAS MALDADES DESSE MERDA.

  40. “Hoje, nós não temos recurso para nada. Nós estamos contando os centavos para fazer o pagamento da folha. A situação é grave.”
    Olha, é vergonhoso ler entrevistas destes sujeitos que respondem pelo governo atualmente, os próprios se desmentem som suas palavras.
    O secretário forasteiro afirma não haver recursos, contando até mesmo centavos.
    Mas, fazem inserções na mídia falada, escrita e virtual que custam valoras altíssimo.
    Daí pergunto: QUEM ESTÁ PAGANDO ESTA CONTA MAURINHO?

  41. Professora de Verdade Reply

    Esse Maurinho e seu governador estão perdidos e desmoralizados. Pensaram que iam fazer ajuste no lombo dos servidores públicos subestimando sua força e organização. Seu Mauro, aqui não é S.Paulo, nem Minas e nem Bahia, o paranaense é trabalhador e aguerrido, conhece bem o terreno em que pisa. Se fosse a questão do vale transporte, era só retirá-lo. A questão principal não é fazer ajuste, austeridade, cortar privilégios etc, mas sim “REMENDAR” as finanças públicas em cima de quem eles “acharam” que eram uma classe fraca e desunida: os professores. O seu ajuste fiscal foi para o beleleú, pode ir arrumando a mudança.

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