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Justiça convoca Gabrielli para depor em Curitiba

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O ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli foi intimado pela Justiça Federal a prestar depoimento no próximo dia 23 de março em Curitiba como testemunha de defesa de réus investigados pela Operação Lava Jato. Gabrielli é testemunha do ex-diretor da estatal Nestor Cerveró e do lobista Fernando Baiano, apontado como o operador do PMDB no escândalo do petrolão. Com informações de Veja.

Cerveró e Baiano respondem aos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em ação penal na qual o lobista é apontado como responsável por pagamentos de propina ao ex-diretor da Petrobras em troca de um contrato da estatal com a Samsung Heavy Industries. O ex-diretor chegou a listar a presidente Dilma Rousseff como uma de suas testemunhas, mas depois recuou da iniciativa. Alegou que o negócio com a Samsung não passou pelo crivo do conselho de administração, presidido por Dilma na ocasião.

Não foi a primeira tentativa de Cerveró de trazer a presidente para o centro do esquema de corrupção na Petrobras. O ex-diretor também é investigado em outro procedimento pela suspeita de que recebeu propina para recomendar a compra da refinaria de Pasadena, no Texas. Desde que prestou depoimento no Congresso, no ano passado, o ex-diretor tenta responsabilizar a presidente pela desastrosa compra da unidade de refino.

Essa será a primeira vez que o petista Gabrielli será interrogado pelo juiz federal Sérgio Moro e pelos procuradores da República sobre os crimes cometidos na sua gestão (2003-2012). O depoimento será realizado por videoconferência. Pela agenda inicial, Gabriell terá de comparecer ao Forum Teixeira de Freitas, da Justiça Federal na Bahia, às 15h30 do dia 23 de março.

Considerado uma espécie de garçom dos interesses do PT na estatal, a intimação do ex-presidente da Petrobras complica ainda mais a situação do partido, depois que o delator Pedro Barusco, ex-gerente de Serviços da petrolífera, relatou que o tesoureiro João Vaccari Neto arrecadou até 200 milhões de dólares em propina de fornecedores no período em que a empresa foi comandada por Gabrielli. Antes de prestar contas à Justiça, Gabrielli chegou a ser interrogado nas CPIs da Câmara dos Deputados e do Senado, que investigaram a Petrobras no ano passado, mas foi blindado pela base do governo e escapou de qualquer constrangimento.

6 Comentários

  1. A blindagem dele não durará muito tempo, pois a operação LAVA JATO vai pegá-lo quando menos esperar. O cerco está se feche
    ando em torno dessa “corja” e a Lei será aplicada. Adeus cargo de Ministro do Tribunal de Contas.

  2. Ele que seja precavido e traga consigo uma sacolinha com algumas mudinhas de roupa e a escova de dentes porque poderá ficar preso juntamente com os demais membros da quadrilha.

  3. junior MARIANO Responder

    QUAL O CURRÍCULO DESTE ELEMENTO PARA SER PRESIDENTE DA PETROBRAS..

    SER FILIADO AO PT??????

    DEU NO QUE DEU,, CONTA PARA OS BRASILEIROS PAGAREM.

  4. Acho que esse vai ficar aqui em curitiba, o Moro deve acertar um quartinho pra ele la em santa candida. rrrsrs, traga roupa companheiro aqui as vezes faz frio.

  5. Felizmente para todos nós e infelizmente para o PT o cerco está fe-
    chando. Jamais em todos os tempos de Brasil uma corrupção de ta-
    manha grandeza foi colocada em cheque pelo judiciário, principalmen-
    te levando-se em conta que inclui todos os níveis desde Presidente da
    República a Diretores graduados (em malandragem) das empreiteiras
    e Petrobrás. Ao rastrear contas no exterior vai ligar obviamente o Men-
    salão ao Petrolão e Jose Dirceu volta ao epicentro novamente.
    O Lula e familiares tambem estão neste rol e enriquecimento ilícito
    onde de uma forma nebulosa nem a Receita Federal chegaram perto.
    Vamos aguardar…

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