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Dilma é vaiada
em São Paulo

de mal a pior

A presidente Dilma Rousseff (PT) foi recebida com uma maciça vaia de trabalhadores da construção civil hoje, terça-feira (10) em São Paulo. Dilma participou da abertura do Salão Internacional da Construção Civil no Cento de Convenções do Anhembi. Antes mesmo de a petista aparecer, um grupo com cerca de 200 trabalhadores dos estandes iniciou a vaia. Ninguém, entretanto, havia sequer avistado a presidente. Por volta das 11h, quando a comitiva presidencial – na qual estavam ministros Thomas Traumann (Comunicação Social) e Gilberto Kassab (Cidades) – chegou, as vaias recomeçaram. As informações são do Portal Terra.

Entre os participantes da vaia estavam o marceneiro Paulo Sérgio da Silva, 34 anos, natural da Paraíba e o serralheiro Marcos Sena, 34 anos. “Graças a Deus não votei nela (Dilma) e não recebo Bolsa Família, nem eu nem ninguém da minha família, a gente não é vagabundo. Essa mulher tem que sair”, defendeu Paulo Sérgio. Indagado se tinha conhecimento de quem assumiria a presidência em caso de um eventual impeachment, o marceneiro não titubeou: “o segundo lugar na eleição, né?”. Nisso, Sena o corrigiu. “Não. É o vice, Michel Temer. Não estou gostando do PT há tempos, nosso setor tem tido perdas atrás de perdas”, completou.

Já a consultora de vendas Patrícia Jablkowicz, 39 anos, resumiu: “sou contra tudo o que está acontecendo; quero derrubem ela”. Após as vaias, a área reservada aos profissionais de imagem da imprensa foi afastada do local onde estavam os trabalhadores. Na sequência, Dilma seguiu para a abertura da solenidade da feira em outro pavilhão do Anhembi.

12 Comentários

  1. Poxa vida, eu pensei que só burguês coxinha vaiasse ela, pois são trabalhadores pedreiros, agora começo a me preocupar !!!

  2. juca legal é isso mesmo, ela disse que tinha uns gatos pintados, quero vê esses gatos pintados. D. DILMA

  3. A presidente Dilma tem seu segundo mandato legitimado pelas urnas, dentro do processo democrático que não queremos ver retroceder jamais. Porém, ela não pode fingir que não ouve as vozes das ruas. Seria muito digno da parte dela admitir os erros pelo menos cometidos neste inicio de segundo mandato, tais como escolha de ministros, aumentos de tarifas públicas, combustíveis. Ao se recusar a ouvis as vozes que vem das ruas será impossível para ela dialogar com a população economicamente ativa do Brasil. Sentimos na pele todos os dias a mão pesada do governo na arrecadação de impostos, sem vermos retornos palpáveis na melhoria dos direitos primazes do cidadão: educação, saúde e segurança.

  4. Doutor Prolegômeno Responder

    “Quando o governo se desmanda e não encontra as resistências do meio social é a própria Nação que se compromete e o próprio povo que se perde”, disse o grande governador Milton Campos.

  5. O Zé Povinho trabalhador tem dignidade, humildade e sabedoria e não quer que essa …@$@$@$3% se mantenha no poder, e mais, quem a defende é o povão da bolsa vadiagem e cia .

  6. O “Zé Povinho” tá abrindo os olhos e ficando espertos está vendo seu seu salario corroído pela inflação, para os que conseguiram comprar um fusquinha, ou um carrinho 1.0 financiado, agora tem ficar em casa pois o combustível está impagável, isso para os que ainda tem seu emprego, e para os que já o perdeu, nem mesmo o salário desemprego pode contar.
    Pode-se enganar um povo por um tempo, mas não eternamente!

  7. Vigilante do Portão Responder

    Uma cerveja gelada, lá na casa das “primas”: R$20,00;

    Ver a Dilma ser vaiada e sair de fininho: Não tem preço.

    KKKKK

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