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‘PR mantém ajustes para economizar R$ 1,5 bilhão’

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O secretário estadual da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, disse nesta quinta-feira (16) que as receitas de R$ 41 bilhões – R$ 2 bilhões a mais do que 2015 – previstas na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2016 revelam que o Paraná “tem uma posição diferenciada” em relação a outros estados. “Nós procuramos equalizar as alíquotas de ICMS e IPVA em relação a outros estados e por conta disso tivemos incremento de receitas tanto em 2015 como na previsão para 2016”, disse.

“É um desempenho melhor que outros estados e também da própria União, que tem previsão de queda. O Paraná está acima por conta das medidas adotadas de ajuste fiscal, em especial no que se refere as receitas, no que se refere a despesas os projetos ainda estão tramitando na Assembleia legislativa”, completou.

Mauro Ricardo voltou a defender que não será fará ajuste fiscal apenas com aumento de receitas. “É importante que haja redução de despesas. Os projetos em tramitação na Assembleia Legislativa, em especial aquele que ajusta a previdência social, permite economia de R$ 1,5 bilhão somente neste ano e com impacto nos exercícios seguintes”, disse.

Nesse sentindo e com esse propósito, o secretário da Fazenda destacou a importância da aprovação dos projetos no legislativo “para complementar o ajuste fiscal que começou em dezembro do ano passado”.

Os projetos de ajustes e da nova previdência não foram computados no cálculo inicial da LDO porque ainda não foram aprovados na Assembleia. “Os projetos aprovados na forma como foram encaminhados permitirão que o estado possa reverter a situação encaminhada na LDO, de déficit para superávit primário em todos os anos”.

Mauro Ricardo prevê um déficit de R$ 560 milhões neste ano e com a aprovação das medidas, como a ParanaPrevidencia, a economia será de R$ 1,5 bilhão. “Passaremos a ter superávit de em torno de R$ 1 bilhão, que vai se repetir nos anos seguintes”.

“Pelas ações de incremento de receitas, que terá impacto nos exercícios seguintes, e mais a redução de despesas permitirá que fiquemos equilibrados entre receita e despesa e gerar superávit primário necessário pagamento das dívidas, em especial com o governo federal”.

14 Comentários

  1. Maquiagem, os únicos prejudicados o povo paranaense e os servidores público. Fora “maurinho malvadeza”

  2. VLemainski - Cascavel Responder

    Se cortar cargos desnecessários e combater os marajás de órgãos governamentais pagando salários de mercado, economizará mais 2 bilhões…

  3. Esperamos que melhore, pois na primeira gestão foi só troca de Secretários que foram fazendo e empurrando as dívidas que virou nesta vergonha de calotes, dando calotes e endividando empresas honestas e as do esquema Abi superfaturando, como vemos nas reportagens.

  4. Economia e Finanças.
    De repente como quem acorda de um pesadelo, deram-se conta que o dinheiro acabou!
    Correram atrás de um verdugo habilidoso com seu machado, está cortando pelas raízes os tradicionais benefícios fiscais, tal qual Brasília está fazendo com seus programas sociais.
    “Acabou o dinheiro, acaba as facilidades”.
    O projeto teórico é bonito, mas a sua execução será cruel, aposto uma coca, que o Paraná terá uma das maiores inflações do Brasil. O funcionalismo vai amargar grandes perdas salariais e o Governador já sinalizou que não vai aumentar nem o dele!
    Crise mundial, somada a nacional e decisões equivocadas na cozinha, exigem a socialização dolorosa do ajuste.

  5. É muita desfaçatez deste sujeito ficar se vangloriando “de uma posição privilegiada” em relação aos demais estados e união, por conta de aumento de arrecadação, quando na verdade o que estes canalhas estão fazendo é simplesmente sangrar o contribuinte ainda mais, espetando em nossas costas o preço de sua incompetência na gestão dos recursos públicos. Vai trabalhar seu palhaço !!!

  6. Cidadão Indignado Responder

    Só pode ser piada !!! Preocupado em ter superávit para pagamento de dividas ao governo federal baseado no aumento de alíquota de ICMS e IPVA, ao invés de diminuir a máquina pública, otimizar receitas, investimento em obras com efetivo retorno, etc, etc,etc.
    É muita incompetência, e a exemplo do governo federal, não se pode cobrar o governo anterior.

  7. Palavras bonitas ”incremento” ”equalizar alíquotas”
    Quando na verdade as palavas que ele devia ta dizendo era CHICOTE NO LOMBO DO POVÃO..NEM QUE PULE KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  8. -Como sempre o povo paranaense paga a conta pela incompetência do governo estadual que em hipótese alguma, corta a própria carne, ou seja, não corta o número de funcionários comissionados, não diminui as próprias gratificações e subvenções de diretores, gerentes e conselheiros…e por aí vai…

  9. Na verdade, mais uma vez se trata de aumentar a arrecadação, ou seja, tirar mais dinheiro do bolso do contribuinte. Aumento do IPVA (em Santa Catarina o percentual é de 2%), sem nenhuma contrapartida. Estradas com pedágio e preços estratosféricos, ou então, esburacadas em péssimas condições de uso e com graves riscos à segurança viária. Ruas com irregularidades por toda Curitiba. Cabe aqui lembrar a Sra. Margareth Thatcher, quando ministra da Grã Bretanha, “não existe dinheiro publico” o que existe é o dinheiro dos pagadores de impostos. Portanto não há mérito do governo, pois fica muito fácil ir gastando e depois aumentar os impostos.
    Além do mais cometeram verdadeiro absurdo em obrigas os aposentados a voltarem contribuir com a PARANÁ PREVIDÊNCIA, isso depois de uma vida inteira vendo descontadas as contribuições em seu contracheque.
    E os senhores deputados aprovam tudo a toque de caixa.
    É lamentável. Nada a comemorar.
    Uma última pergunta. Será que no Paraná não tinha ninguém com capacidade para organizar as finanças do estado. Foi preciso buscar este cidadão da Bahia?

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