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Caminhão que atropelou e matou Magoo e fugiu é de empresa de Mariano Lemanski, também dono da Gazeta e da RPC

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A Polícia identificou o caminhão que atropelou o artista plástico Alessandro Rüppel Silveira, conhecido pelo apelido de Magoo, 44 anos, que morreu após ser atropelado por um caminhão na Rua Brasilino Moura, no Ahú, por volta das 21h de sábado passado, dia 18. Ele descia a via pedalando a bicicleta e foi atingido pelo veículo perto de uma lombada eletrônica com limite de velocidade de 40 km/h. O motorista fugiu sem prestar socorro que poderia ter salvo a vida de Magoo.

O caminhão é da empresa Novilho Nobre, fundada por Mariano Lemanski como frigorífico da Estância San Rafael, onde Lemanski cria cavalos de raça que valem preços estratosféricos. Mas o principal negócio de Lemanski é outro. Ele é um dos proprietários da Gazeta do Povo e da RPC – Rede Paranaense de Comunicação, que deverá ouvir, além da Polícia, o próprio Mariano Lemanski para receber explicações convincentes. Não vale, é claro, aquela de “eu já tinha vendido o caminhão , mas não tinha transferido”, lembra o filósofo Vicente Ferreira.

Quem deu o alerta foi o jornalista e escritor Jacques Brand, em texto que segue:

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Documentos que comprovam a propriedade da Novilho Nobre e da San Rafael:

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11 Comentários

  1. Caro Fábio Campana:
    O sobrenome Lemanski, para nós que acompanhamos tudo há séculos, e de nada esquecemos, também foi muito citado na década de 1970/80,no rumoroso caso Marinês Lemanski. Lembra?
    Vasculhei Google, e o diabo a quatro, há um ano, mas não achei nada. Salvo uma ou outra citação da assassinada Marinês, em um ou outro processo de partilha.
    Nada mais. Pelo menos, até onde a vista alcança, a coitada “morreu de morte natural”.

  2. João Cândido Responder

    Curiosidade
    Pasme, distinto leitor:
    1) Ás 13 hrs de sexta-feira a pagina eletrônica da Gazeta trazia a noticia,informando que o caminhão era da Novilho Nobre(!)
    2) Às 18 hrs da sexta-feira na Gazeta, “desapareceu” o nome Novilho Nobre; porém, havia um comentário de um leitor dizendo que o caminhão era da Novilho Nobre.
    3) Às 23 hrs da sexta-feira a Gazeta “sumiu” com o comentário que estava lá às 18 hrs.
    Quem não deve, não treme!!!!

  3. Imagine se o caminhao fosse de algum deputado a diferença na matéria. Jornal venal que só desinforma!

  4. Interessante é que sumiu o vídeo que estava no site da Gazeta… Não era notícia imparcial, doa a quem doer?

  5. Vigilante do Portão Responder

    Uma semana,

    Poucas informações:

    Não deram (só agora) o nome da empresa;
    Não divulgaram o nome do motorista;
    Não veicularam imagens das câmeras.

    E o Motorista, já prestou depoimento?
    Alguma testemunha do acidente?

  6. Nesse caso a imprensa respeitará os prazos de defesa e sigilo processual, afinal ninguém pode sair fazendo prejulgamento, certo ???

    2 pesos 2 medidas!

    Deputado carli nem foi julgado e a imprensa arrebentou com ele. Quero ver como vai ser com relação ao ciclista.

  7. Nada como um dia depois do outro, ou melhor, não atire pedra no telhado do vizinho quando tem telhado de vidro. Estranho mesmo é a declaração do apressado delegado, de antemão já sair assim condenando a vítima, ele se baseou nas declarações do motorista fugitivo para afirmar isto? Ou presenciou o acontecido? Está com medo da gazetinha, ou do dono dela? Qual é a tua delegado, até prova em contrário o culpado é o motorista fujão, ou já se esqueceu de quem não deve não teme? Se o cara fugiu é porque tem culpa, gente que presta jamais foge do local do acidente, ainda mais com vítima fatal. Mas como disse no começo, nada como um dia depois do outro para o dono da gazetinha.

  8. Renato Britto Barros Responder

    qui na província das araucárias tudo vale, menos falar mau da turma do PT e da Gazetona.
    Pelo o que eu entendi os donos do caminhão já o mandaram pra bem longe daqui. Será que esse caminhão não vai “SUMIR” como por encanto ?

  9. O caso será resolvido podem ter certeza.

    O culpado será o ciclista e ninguém vai questionar.

    Será que não seria o caso da Deputada Yared, que se elegeu para evitar esses absurdos, ajudar a familia do ciclista e cobrar uma resposta do delegado e da Justiça??

  10. Se o ciclista tivesse um parente mais influente ou contratasse um advogado espalhafatoso essa história teria outro rumo…

    Vergonha

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