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A proximidade entre Gleisi e OAS

Gleisi-Hoffmann

Revista expõe intimidade suspeita entre o presidente OAS, preso na Lava-Jato, e Gleisi Hoffmann

Do Ucho Haddad

Perna curta – A cada dia que passa a senadora petistaGleisi Helena Hoffmann (PT) fica mais atolada no Petrolão. Matéria da revista Época traz revelação que complica a situação da ex-chefe da Casa Civil. “O presidente da OAS, Léo Pinheiro, preso até a semana passada, tinha livre acesso ao gabinete de Gleisi Hoffmann também investigada na Lava Jato, quando ela ocupava a Casa Civil”, destaca a publicação.

“Pinheiro fez cinco visitas a Gleisi para falar de negócios da empreiteira, que doou R$ 1 milhão para a campanha dela ao Senado em 2010. O assunto voltou à baila em depoimento que Gleisi prestou à PF em abril”, assinala a revista.

O depoimento de Gleisi, no final de abril, continua rendendo dores de cabeça à petista. A senadora admitiu em depoimento à Polícia Federal ter solicitado contribuições a pelo menos cinco das grandes empreiteiras investigadas na Operação Lava-Jato, mas negou ter recebido dinheiro do doleiro Alberto Youssef ou do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. O ex-ministro Paulo Bernardo da Silva (Planejamento e Comunicações) também negou que tenha intermediado pedido de dinheiro a Paulo Roberto ou a Youssef para a campanha da mulher ao Senado, em 2010.

O problema é que a doação do R$ 1 milhão em dinheiro da Petrobras para Gleisi está incontestavelmente bem documentada. A denúncia foi feita pelos dois principais delatores da Lava-Jato, Costa e Youssef, que dependem da comprovação de suas informações para manter os benefícios que receberam da Justiça em termos de redução de penas e regime prisional.

O ex-diretor da Petrobras informou que, em 2010, foi abordado por Paulo Bernardo (então ministro do Planejamento de Lula, condição que o colocava em posição decisiva para incluir, ou não, grandes obras no cronograma do governo), que lhe solicitou R$ 1 milhão para a campanha da mulher, Gleisi, que disputaria vaga no Senado.

Paulo Roberto Costa repassou o pedido de Paulo Bernardo a Youssef que providenciou o dinheiro e o entregou, em espécie, em quatro parcelas, ao dono de um shopping no centro de Curitiba. O empresário teria repassado o dinheiro a Gleisi. Interrogada pelo delegado Thiago Machado Baladary no último dia 14 de abril, na sede da PF em Brasília, Gleisi disse que nem mesmo conhece Youssef. As evasivas da senadora tornam-se cada vez mais insustentáveis à medida que novas revelações esclarecem a intimidade do casal com empresários envolvidos nas investigações da Operação Lava-Jato.

Paulo Bernardo e Gleisi podem negar qualquer acusação no âmbito do Petrolão, até porque a Constituição Federal garante ao cidadão a não produção de provas contra si, mas não se pode esquecer que o ex-ministro já utilizou a lavanderia de Youssef para alvejar recursos de campanha eleitoral, quando o petista concorreu à Câmara dos Deputados. O intermediador da operação de branqueamento de capitais foi o ex-petista André Vargas, investigado na Lava-Jato e preso na carceragem da Polícia Federal de Curitiba.

9 Comentários

  1. Do Interior... Responder

    Essa Gleisi é aquela que queria ser governadora do Paraná? Aquela que é do PT, que não deixou o PAC investir aqui; que amiga do Gaiewski; que é amiga do Requião (que também é contra o povo paranaense); aquela que insuflou os professores contra a polícia, juntamente com a APP-MST; a APP do leãozinho e da outra maluca que foram candidatos do PT (mas que não levaram nada) e que agora guerreiam contra os governos de oposição, mesmo quando o governo foi um dos que mais negociaram com qualquer categoria do estado?

    Pois é, ainda tem o Petrolão, o seu maridão, o BNDSão e a Eletrobrazona!

  2. Por isso ela veio ao Paraná apoiar os Black blocs depredarem a Alep, veio junto com o Requião lançar cortina de fumaça. Vcs lembram que um diretor do Paraná previdência, da época do Requião, denunciou que ele não Estava repassando o dinheiro e foi demitido pelo Req.

  3. A Gleisi, Paulo Bernardo e toda a curriola fazem parte do PT nativo
    e portanto, maracutaia corre dentro do seu sangue…

  4. Caro FÁBIO, esse processo deve continuar, apertando o torniquete, pois chegará o momento, em que aos prantos a SENADORA ANÃ GLEISY confirmará que recebeu recursos e indicará todos os parceiros, inclusive os idealizadores e mandatários do sistema implantado. Atenciosamente.

  5. Renato Britto Barros Responder

    A Mansão do Batel ????????????????????????
    Só com o dinheiro de salário ????????????????????
    Conta outra.
    Do jeito que a coisa vai, a nossa senadora já tem emprego certo assim que for cassada do senado.
    Vai trabalhar como comediante no novo quadra da ZORRA TOTAL.

  6. NA CORDA BAMBA Responder

    Esta mulher e o marido estão atolados até o pescoço no Petrolão.
    Com certeza é a beneficiária maior desta trambicagem.

  7. Porque que a APP,CUT,MST,MSTU e seus eternos defensores ficam calados nestas horas,o que fala o Enio Verri,o Dr Rosinha,O Requião e seu filho deputado os defensores do PT e outros que não aceitam a verdade.Com a palavra o Sr João Vacari Neto,o José Dirceu, o Delúbio Soares, O João Paulo Cunha,o José Genuíno,O Pedro Stedile, o MST,MSTU,PSOL e outros.

  8. O que os pais destes alunos de escolas publicas tão fazendo que não vão as ruas protestar contra esses professores que se dizem educadores. Seus filhos estão sendo prejudicados e vcs não fazem nada?

    Os professores são funcionarios publico e o que se ve são bandeiras de partidos chulos e o PT patrocinando tudo ,desmoralizando o governo daqui pra encobrir o de Brasilia.

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