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Duplo adultério vai
parar na polícia

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Curitiba é palco diário de histórias de amor e traição que poderiam servir como material de contos do Dalton Trevisan. Na noite de terça, conta a delegada Márcia Marcondes (foto) que estava de plantão no Centro de Atendimento Integrado ao Cidadão, o Ciac-Sul, um homem de 63 anos e uma mulher de 60 anos resolveram consumar o que combinaram pelo facebook. Decidiram pular a cerca. Às escondidas dos respectivos marido e mulher traídos. Deram azar. O marido da mulher estava atento e flagrou os dois num tugurio do Bacacheri. Virou pauleira. O traído, com a força dos ensandecidos pela traição conjugal, aplicou uma surra no Don Juan, que conseguiu fugir e deixou a amada amante com o marido, que a fez entrar em seu carro e escafedeu-se.

Pois, pois, tudo teria terminado aí se o Don Juan não ficasse com medo de voltar ao Bacacheri para pegar o seu carro e encontrar o traído para lhe aplicar mais uma sova. Também ficou com medo da sua própria mulher. Como explicar voltar a pé e com os olhos roxos? Não teve dúvida. Foi à polícia e contou uma história mal inventada para registrar queixa. Disse que o carro fora roubado, que o ladrão lhe dera uns socos na cara, e que soubera que seu carro estava no Bacacheri, onde pretendia voltar com a segurança da Polícia. Foi preso em flagrante por falsa comunicação de crime. Confessou a trama e ao final quis por a culpa na sua mulher, que viajava muito e o deixava a ver navios. Pior, o carro está no nome da mulher, que foi chamada à Polícia e por pouco não lhe aplicou nova pancadaria. Para finalizar, assinou um Termo Circunstanciado e foi liberado. A amante não foi localizada e o marido dela também não.

7 Comentários

  1. …é não é fácil….bateu no garanhão e levou a mulher para casa…
    …UNO VERDADEIRO CORNUTO CONTENTO….

    PN.

  2. Sergio Silvestre Responder

    Essa historia parece com a politica paranaense.Que trapalhada hein!!!!!!!!!!!!!!!

  3. Que traído mais estupido, porque não deu umas chifradas no dom Juan e na traidora? Aí ninguém podia reclamar de ninguém, e o dom Juan não precisaria se fazer de “assaltado”. A esposa deste é deve estar “morrendo” de tanta felicidade.

  4. Pois acho que que o traído pode ter-se metido numa ela encrenca ao promover a desordem na intimidade alheia. Pelo que estamos vendo, uns e outros por aí, inclusive com pretensões a altas togas, consideram a monogamia “res trogloditorum”. Um bom advogado pode conseguir uma bela indenização para o Don Juan, a título de práticas ultrapassadas que desmerecem uma “nova família em formação”.
    Vocês duvidam?

  5. Se é para trair porque casar? As mulheres de hoje estão tão lixos quanto os homens! A “traída” tem que descobrir onde essa (vaca do face) mora e me chamar, adoroo bater em vagabundas (principalmente do bacacheri).

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