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Greve já ameaça levar aulas até 2016, diz APP

do Rogério Galindo, Caixa Zero:

Integrantes da direção da APP-Sindicato, que representa os professores da rede estadual de ensino, já levam muito a sério a possibilidade de precisar continuar as aulas de 2015 em janeiro de 2016. Após dois períodos de greve (o primeiro de um mês, o segundo chegando a isso) a hipótese de encerrar o calendário em dezembro vai ficando cada vez mais difícil.

Segundo Luiz Fernando Rodrigues, diretor de comunicação do sindicato, a possibilidade de retomar as aulas em janeiro já é aventada no sindicato. A ideia seria parar as aulas para o Natal e retomá-las na segunda semana de janeiro. Quantos dias de aula seriam necessários em janeiro? Depende de quanto mais a greve se alongará agora.

A hipótese das aulas em janeiro vem depois das outras tentativas de concentrar o calendário ainda em 2015 – o que inclui suprimir as férias de meio de ano e incluir aulas em todos os sábados daqui até o fim do ano.

9 Comentários

  1. juvenil correia Responder

    QUE AULA, VAO ENROLAR E NAO VAO DAR NADA DE AULA.

    COM ISSO NOS ALUNOS NAO APRENDEM E QUANDO É MEDIDA A EDUCAÇÃONO PARANÁ UM DESASTRE.

  2. Num país onde para “passar de ano” não precisa necessariamente aprender, já que não podem reprovar, é muito simples. Aprovação em massa. Assim não vão perder o ano.
    Como popularmente de diz, “um burro a mais ou um burro a menos que diferença faz?”

  3. A ação dos mercenários petistas dispensa comentários, nunca estivemos tão perto a imposição de um regime de exceção ao modo cubano à sociedade brasileira.

  4. Caro FÁBIO, observando essas manifestações dos professores, com a pressão em cima do governador, agora do deputado ROMANELLI, e a continuação da greve, admitindo passar os meses de novembro, dezembro e janeiro com aulas aos alunos, entendemos ser mais coerente a APP junto com a Secretaria da Educação Estadual reduzir o número de dias letivos da rede estadual, para algo em torno de 150 dias. Com essa medida ajusta o calendário das greves, com o período letivo dos alunos e ninguém sai perdendo. Os professores como profissionais, são avaliados pelo produto fornecido aos cursos superiores ou quando disponibilizam ao mercado, sabem da péssima qualidade desses alunos, e quando muito classificam-se nos últimos lugares quando em competição com outras escolas ou com os alunos da rede particular. Eles são reflexos dos professores. As demais ações governamentais, como desconto dos dias sob paralisação, chamamento dos professores que estão listados e desempregados devem ser imediatamente implementadas. Defendo a liberdade de opinião, liberdade de imprensa e liberdade de investigação. Apoio a mobilização dos CAMINHONEIROS e redução de R$ 0,50 por litro de diesel, apoio a RENÚNCIA JÁ, da DILMA, agora no poder, para evitar que cometas, maiores VEXAMES e VERGONHAS, praticadas contra a sociedade brasileira. Atenciosamente.

  5. JOÃO DO LITORAL DE SC. Responder

    Então,estão fazendo todas as contas de calendário,os nobres dirigentes da APP.Tudo calculado.Depois,não querem dizer que a greve é política….

  6. SÉRGIO FERNANDES STACHESKI Responder

    Como Diretor de Colégio, penso que será necessário usar dias de 2016; pois, os alunos não virão aos sábados, “REPOR”. Apenas os professores virão assinar o Livro Ponto e ficar “conversando” sobre diversos assuntos…

  7. Alguns alunos do 3º ano do ensino médio correm o risco de passar no vestibular no final do ano e quando for matricular-se na universidade será impedido pois ainda não concluiu o ensino médio. Lamentável.

  8. Concordo com o diretor Sérgio F.S.

    Como “repor” aula (aos sábados) se de uma turma de 32 alunos aparecem 6!!!. Não dá para aplicar uma avaliação, desenvolver conteúdo novo, não dá para fazer nada!

    Ai, eu estou muito chateada, deprimida mesmo! Que situação! Já deu esta greve! Dá para pensar nos alunos, também? Afinal está em jogo o ano letivo deles!

    Reposição NUNCA é como uma aula “normal”.

  9. Sabendo dos prejuizos que os alunos terão no final deste ano letivo
    os professores já deveriam ter contabilizado tudo antes da manuten-
    ção da greve. Como este assunto não faz parte da pauta a greve con-
    tinua sendo exclusivamente política e ponto final.

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