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Em protesto contra prefeitura de Curitiba, professores do município atrasam início de aulas

Foto: Djalma Malaquias – Banda B manifestacaodentro - foto djalma malquias bandab

da Banda B:

Professores e funcionários dos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) de Curitiba pararam as atividades por 50 minutos na manhã desta sexta-feira (22). Segundo o Sismuc, sindicato dos servidores públicos da cidade, o ato teve como objetivo conscientizar a população sobre os problemas enfrentados pela categoria.

De acordo com o Sismuc, a paralisação afetou de 80 a 90% dos CMEIs, número não confirmado pela Prefeitura de Curitiba. Os professores reclamam da “falta de trabalhadores concursados, superlotação nas salas, desrespeito à hora-atividade, assédio moral da chefia e substituição de servidores por estagiários.

“A nossa reivindicação é pela hora-atividade e também a falta de compromisso desta gestão de fechar os quadros dentro dos CMEIs. A própria prefeitura do disse que 65% dos Cmeis não cumprem com a hora permanência. Também é necessário com urgência a realização de um novo concurso público”, disse à Banda B, Adriana Claudia Kalckmann, da equipe de Comunicação do Sismuc, durante manifestação no Cmei Santa Efigênia, no bairro Barreirinha.

As aulas começaram com atraso em vários CMEIs espalhados por Curitiba.

Hora-atividade

De acordo com o Sismuc, o desrespeito à hora-atividade é um dos principais problemas da categoria. “Um exemplo de descaso da gestão é o jeitinho dado pela Prefeitura para cumprir a lei que garante 20% de hora-atividade aos professores da educação infantil: quebrar a realização em vários dias”, diz texto publicado pelo sindicato na rede social Facebook.

Outro lado

A Banda B entrou em contato com a Prefeitura de Curitiba que enviou a seguinte nota sobre a manifestação:

“Na tarde da última terça-feira, dia 19, as secretarias municipais de Recursos Humanos e da Educação apresentaram ao Sismuc o quadro atual da organização da hora atividade nos CMEIS. Na reunião, foi mostrado o último estudo sobre o quantitativo de profissionais da rede e o número de professores que retornam esta semana de licença prêmio e tratamento de saúde. Com o retorno destes profissionais, o estudo aponta para o cumprimento dos 20% da hora atividade para o final de junho.

A administração entregará ao Sismuc, na próxima semana, a relação dos Cmeis, o número de turmas e os profissionais lotados nas unidades, além do levantamento de possíveis aposentadorias e outros afastamentos”.

6 Comentários

  1. Servidor Municipal Responder

    No que diz respeito à falta de funcionários é uma realidade, pois meu filho fica na creche em uma sala com 30 crianças e não tem professoras suficientes para cuidar e dar a atenção necessária. Sem contar que essa turminha de pequeninos reunidos não é nada fácil de se cuidar.

  2. O Sismuc, tão “combativo” em outros governos, ficou caladinho em relação ao aumento de 7% (abaixo da inflação), concedido pelo prefeito ao funcionalismo municipal. Será porque o PT hoje manda na prefeitura?

  3. Virou tudo uma bagunça , do jeitinho que a petezada gosta, modismo com greve e terrorismo , é maravilhoso , assim ninguém trabalha , não come e dá-lhe cachaça, o entorpecente dos vagabundos

  4. Sociedade Responde Responder

    Vergonha! São administradores públicos incompetentes e “professores” manipulados. ** E mais do que isso: tudo uniformizado no melhor estilo venezuelano… ** Aliás, já com vistas às eleições do ano que vem os “tais movimentos” começam a pipocar. ** Pois que o prefeito faça igual o governador: desconte os dias parados. Simples assim!

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