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Presidente da Faep
se solidariza com
Fernanda Richa

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O presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Ágide Meneguette, se solidarizou nesta segunda-feira (25) com a secretária do Trabalho e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, vítima de denúncias anônimas.

“Conhecemos o perfil da Fernanda e levamos o nosso apreço pela sua conduta sempre correta na vida pessoal e na vida pública paranaense”, afirmou Meneguette, que visitou Fernanda e o governador Beto Richa no Palácio das Araucárias. “Entendemos que há limites no confronto político e produzir acusações anônimas e levianas com objetivos sub-reptícios é incompatível com a democracia?”, acrescentou ele.

O governador Beto Richa disse que a solidariedade de Ágide, dirigente e empresário que tem uma posição de liderança no setor produtivo e o respeito de toda a sociedade, é muito importante para ele e especialmente para Fernanda. “Sinaliza que as pessoas não admitem esse tipo de comportamento irresponsável, que enxovalha a honra das pessoas”, declarou o governador.

O presidente da Faep estava acompanhado do diretor-secretário da entidade, Livaldo Gemin, do diretor-financeiro, João Luiz Rodrigues Biscaia, e da chefe de gabinete da presidência da Federação da Agricultura, Angelina Viel, além da gerente administrativa do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Clea Marcondes.

6 Comentários

  1. Sergio Silvestre Responder

    Todo réu é inocente até ser julgado,ai pode ser culpado ora,Ninguem tem estrela na testa para sair dando atestado de idoneidade.
    O ser humano é complexo e as vezes o assassino mora ao lado.

  2. Manchete de hoje no Jornal de Londrina: Gravação liga auditores com Provopar e 1ª dama.

  3. Auditores arrecadavam dinheiro com empresas em nome do Provopar.
    Gravação mostra que verba foi usada para comprar cobertores que eram distribuídos nos municípios – assunto que estampa a Gazeta do Povo nesta terça-feira.

  4. Nossa, que crime terrível esse que foi cometido. Realmente, os auditores se mobilizarem ano a ano para arrecadar contribuições do próprio bolso para a Provopar, e, por extensão, ajudar inúmeras famílias carentes, e havendo sido reconhecidos também pelo empenho no aumento expressivo da arrecadação estadual nos últimos anos, e com isto recebido apoio no atendimento em pleitos legítimos, previstos em lei, e que não estavam sendo cumpridos desde governos anteriores, realmente deve ser um crime terrível, inafiançável. Todos sabem que a campanha da Provopar é pública, como certamente é público que empresas também doam legitimamente cobertores àquela entidade, mas dizer que alguém as tenha obrigado para tanto é acusação séria que precisa ser provada, e que o responsável responda por sua própria conduta. Mas, vamos lá. A denúncia apócrifa não seria que a primeira dama teria exigido R$ 2 milhões para a campanha do marido? Ué? Ah, sim, depois, como a mídia viu que essa denúncia covarde já havia sido desqualificada pelo próprio MP, tentou de todas as forma vincular doações legítimas de campanha, todas declaradas à Justiça Eleitoral, à sua tese furada. Primeiro, ao governador, mas como os valores não batiam, tentaram vincular a tese das doações à sua base. Nesse caso, interessante também que fizessem levantamento similar em relação a todas as doações de todos os demais servidores públicos para as campanhas eleitorais. Agora, por último, vêm insinuar que as doações à Provopar, que são feitas anualmente pela classe fiscal, a qual sempre divulgou o seu apoio à referida entidade, seriam irregulares tão somente porque a denúncia ANÔNIMA, do início, disse aquela mentira. Talvez por isso mesmo tenha sido anônima.

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