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Cartazes expostos dentro do Centro Politécnico revoltam acadêmicos

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da Banda B, com informações do Jornal de Comunicação da UFPR:

O Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná (UFPR) foi centro de uma polêmica no início desta semana. Na segunda-feira (25), diversos cartazes de cunho machista e homofóbico foram pregados na paredes, o que revoltou acadêmicos. Um dos cartazes diz: “Suas sapatas filhas da… Vou estourar suas… e encher seus…” Outros cartazes estampados não se sabe por quem também apresentavam frases se referindo a sexualidade de estudantes da universidade.

Como resposta, o Centro Acadêmico de Arquitetura e Urbanismo (GAU) promoveu ação para combater a perseguição. A ação aconteceu ontem (26), quando o GAU realizou uma oficina com cartazes contra o machismo, a homofobia e as opressões. Já o Centro Acadêmico de Filosofia divulgou nota de repúdio, pedindo que à ‘UFPR busque a responsabilização dos autores, além de políticas preventivas a estes tipos de violações”.

A Banda B entrou em contato com a assessoria de imprensa da UFPR referente ao incidente e aguarda retorno.

5 Comentários

  1. Isso são cartazes dos proprios academicos militantes de esquerda, que promoveram a oficina LGBT. É tipico desses movimentos de esquerda fazerem isso, se fazerem de vitimas, fingir e plantar atentados e perseguições contra eles mesmo, para assim poderem promover suas palestras e agenda LGBT e Femnistas dizendo que é para combater esse tipo de coisa. Pode investigar a fundo, e irão descobrir que esses cartazes foram escritos e plantados justamente por esses que deram as palestras contra o machismo e homofobia.

    O Nazismo fazia isso, promoviam atentados contra suas proprias sedes e acusavam os judeus como responsaveis. Aqui tbm, Durante o governo militar, nos protestos de esquerda, os militantes de esquerda promoviam atentados contra suas próprias manifestações, atiravam contra seus proprios manifestantes para acusar o governo militar. Jogar a opinião publica contra o governo militar.

  2. Sergio Silvestre Responder

    O Nazismo fazia isso e certos governos ainda continuam fazendo como jogar bombas em trabalhadores e contratar um arsenal de ciber piratas para fazer todo tipo de barbaridade.

  3. Meu Deus, aonde foi parar o fair play dos nossos acadêmicos? Eles não respeitam mais as “diferenças”? O que será que se passa nas cabeças destes universitários? As aulas de Filosofia recebidas lá no Ensino Médio não lhes ensinaram nada? Mas também pudera, com os professores dos tipos que temos hoje, seria mesmo de se admirar que a intolerância não fizesse parte da vida dos nossos acadêmicos. Tristes tempos os vividos hoje na nossa Universidade, muito diferentes daqueles dos anos 70, e eram os tais Anos de Chumbo.

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