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Ministro da Educação comenta greve de Educadores e reafirma necessidade de diálogo

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Renato Janine Ribeiro, Ministro da Educação, publicou em seu Facebook um texto em que comenta a possível greve das universidades federais. Entre outros argumentos, Janine diz que o poder público vem enfrentando o grave problema de greves que não são precedidas de um amplo diálogo. Para ele, essas paralisações, que sempre acarretam em prejuízos à comunidade, especialmente aos estudantes, só devem acontecer depois que estiverem esgotados os canais de negociação. Janine também afirma que “normalmente o Poder Público atende tanto quanto pode, segundo realidades conjunturais, recursos disponíveis, agendas e acordos consagrados”

O texto, na íntegra, é o que segue:

“Diálogo com a comunidade das instituições federais de ensino

Durante todo o ano, o Governo Federal, e em especial o Ministério da Educação, dialoga com todos os setores das instituições federais de ensino superior – servidores, estudantes, professores e dirigentes – que apresentam as mais variadas demandas. Tal permanente diálogo demonstra a proximidade entre o Poder Público e a comunidade das universidades e institutos federais.

Este relacionamento visa sempre a uma maior integração e entendimento de todas as partes, de modo que a cada ano várias demandas se veem atendidas, enquanto outras são revisadas para serem ou não realizadas em momentos subsequentes. Normalmente o Poder Público atende tanto quanto pode, segundo realidades conjunturais, recursos disponíveis, agendas e acordos consagrados, sempre tendo em vista o superior fim que é a educação inclusiva de qualidade.

Um problema que o Poder Público enfrenta há algum tempo – e não apenas neste momento –, contudo, é a decisão pela greve sem que seja precedida por um amplo diálogo. Numa circunstância em que há vontade por parte do Governo de ouvir e discutir as demandas, as greves – que sempre acarretam prejuízos à própria comunidade, especialmente aos estudantes, e à sociedade como um todo, que contribui com seu trabalho para o financiamento do ensino superior público – só fazem sentido quando estiverem esgotados os canais de negociação.

O Ministério recebeu as entidades representativas de professores e servidores das universidades federais, nas últimas semanas, mas desde o início elas já informaram ter data marcada para a greve. Isto não é diálogo. O diálogo supõe a vontade de ambas as partes de conversar, só recorrendo à greve em último caso.

A resolução das divergências e necessidades que surgem para o entendimento entre as partes deve ocorrer – sempre que possível – pelo diálogo contínuo. Paralisações de viés combativo só devem acontecer quando não houver outros meios de resolver as questões. Se por um lado o Ministério ouve demandas sobre o que é preciso fazer e mudar na gestão das instituições federais – inclusive na gestão interna das próprias instituições, o que não é atribuição direta do MEC –, por outro recebe notas de perplexidade de todos aqueles que têm seu trabalho prejudicado e discordam dessa forma de condução do processo de greve.

O Ministério da Educação continua, portanto, aberto ao diálogo com a comunidade das instituições federais para, juntos, trilharmos os melhores caminhos para alcançar uma educação cada vez melhor neste País.

Renato Janine Ribeiro”

5 Comentários

  1. juvenil correia Responder

    e agora APT SINDICATO, BRAÇO, CABEÇA E CORAÇAO DO PT.

    VÃO INVADIR O CONGRESSO, SENADO, PALACIO DA ALVORADA???????????????????????????????????

  2. Se não querem trabalhar é uma opção deles, porém o contribuinte não pode arcar com os custos de manter professor “gazeando aula” e recebendo. Então que seja cortado o salário e eles acertem com o sindicato. Diga-se de passagem que esses sindicatos ligados ao que chamam de partido PT estão nadando no dinheiro.

  3. Juvenil: se no Congresso, no Senado e no Palácio da Alvorada predominasse a oposição, sim, iriam invadir. Simples assim.

  4. Entendo que os professores não queiram trabalhar por 18, 19 mil. É só ver.no portal da transparência do governo do Paraná. Eles devem pedir exoneração e buscar trabalho com.melhor remuneração
    SSimples assim. O Gov do PARANA tem que suspender os salários de quem.não está trabalhando.

  5. tem que começar a incentivar aos Pais entrar no portal da transparência e ver os salários deste professores que estão fazendo pressão na cabeça dos outros que querem voltar as aulas e não conseguem. Ora depois que o Fabio Campana postou o link da Professora de Dois Vizinhos entrei no site da transparência e fiquei abismado com os salários daqueles que parecem estar passando fome, vamos trabalhar cambada o povo Paranaense tem que ver estes salários absurdos e vende uma propaganda enganosa de coitados COITADO DO POVO SOFREDOR QUE PAGA IMPOSTOS E ESTES PROFESSORES MANTÉM OS FILHOS EM ESCOLAR PARTICULARES

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