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Estudantes formandos são os mais prejudicados com a paralisação nas universidades estaduais

A greve nas sete universidades estaduais do Paraná, que já dura quase dois meses, preocupa pais e estudantes, mas, principalmente, os 12 mil estudantes dos últimos anos que correm o risco de não receberem o diploma dentro do prazo esperado. Esse é o segundo movimento grevista em 2015.

Na UEPG, estudantes de medicina e direito recorreram à Justiça e asseguraram a manutenção das aulas. Por decisão das coordenações dos cursos de medicina da UEL e da UEM, as aulas não foram suspensas durante a paralisação dos professores para os alunos dos últimos anos que já concluíram as aulas teóricas.

2 Comentários

  1. VLemainski - Cascavel Responder

    Se não existisse a mal usada estabilidade no emprego, duvido que teriam culhões para paralisar as aulas dessa maneira… Prestam um desserviço à sociedade que os paga…

  2. Por favor, publiquem os salários das universidades e façam auditorias nas administrações das universidades. Verifiquem quem recebe dedicação exclusiva e se estão trabalhando. Vcs acham que só existe problema na Federal?

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