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Os professores e o tró-ló-ló da APP-Sindicato

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Nesta segunda-feira (29) o confronto entre policiais e professores no Centro Cívico de Curitiba, que deixou mais de 200 feridos, completa dois meses. O momento é ideal para uma análise sem paixões dos atos e fatos que levaram aquela fatídica tarde e o que veio depois. Na avaliação de uma professora, com trânsito livre na Assembleia Legislativa, faltou cabeça fria e sobrou tró-ló-ló e engôdo.

“Primeiro os dirigentes da APP-Sindicato, orientados por deputados da Oposição e militantes petistas e da CUT, se insuflaram contra o projeto da Paraná Previdência, que havia sido amplamente discutido com a categoria e técnicos, como o economista Renato Follador, que disseram ser a mudança possível proposta pelo governo”, lembrou. “Depois emendaram uma greve pela data base, inflando o ego dos professores que ainda estavam com as feridas abertas após o confronto, forçados por eles mesmos”, lembrou a professora.

O que veio depois, segundo análise dela, é que o projeto da Paraná Previdência foi aprovado e nada mudou, como foi amplamente defendido e o reajuste do funcionalismo, que num primeiro momento o governo se dispôs a conceder 5% este ano, acabou reduzido para 3,45% a ser pago no distante mês de novembro. “Nos dois casos o que aconteceu é que a categoria e o funcionalismo em geral, se deixou levar pela má fé de sindicalistas muito mais preocupados em desgastar a imagem do governador”, concluiu.

12 Comentários

  1. os professores deram uma aula de como é fácil ser manipulado por interesses políticos: primeiro, escolha um tema complexo, que necessita aprofundamento para se compreender, e comece a inventar ou exagerar em alguns pontos, sem tempo para a devida explicação ou estudo, invente bandeiras de apego popular, como “a previdência vai acabar” ou “professor ganha pouco”, e use todo o romantismo possível para isso, fechando os olhos para a realidade, induza a todos a demonizarem ao máximo os “inimigos”. no final das contas o quê mudou? aumentos garantidos e a previdencia não acabou, pelo contrário, estava com data da morte certa em oitop anos, agora em no minimo 35 anos e após isso eternizada por uma emenda dos propios sindicalistas, que omitem esse detalhe em busca de mais discordia, copnfusão, caos e profusão do ódio e da destruição de reputações tudo para chegar ao poder.

  2. antonio carlos Reply

    Mais palhaçada, querem o quê agora? Auxílio-moradia como os nossos nobres desembargadores, juízes, promotores de justiça e membros da Defensoria Pública? Chega de palhaçada, quem não quiser trabalhar que peça demissão, tem um monte de professores desempregados louquinhos para voltar a trabalhar, mesmo ganhando a “merreca” que ganham estes chorões.

  3. junior MARIANO Reply

    FORA PTZADA

    PORQUE NAO FAZEM GREVE NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS

    ONDE O CORTE É GRANDE.

  4. Fabio Campana deixa de criar factoides em sua coluna, uma professora que faz um comentário destes não é digna de ser professora, ou será mais uma das “milionárias” que o portal de transparência publicou e logo desmentido. Pelo respeito que você tem aos seus leitores, não se deixe influenciar, todos sabem que este governo está com os dias contados e piorando já que agora tem MPF e PF investigando as ações da SEED. Vamos ser corretos e não publicar comentários de comissionados, pois o VERDADEIRO PROFESSOR, sabe onde está a verdade nesta história.

  5. Kizóio Barako Nato Reply

    Esse que aparece no centro da FOTO é o KIZOIO BARAKTAT NATO um professor da escola estadual Aloprados da Silva, na disciplina “Fora do Eixo”

  6. Uma sugestão aos professores que andam com o adesivo “Menos bala.Mais giz”:vocês poderiam fazer um outro adesivo com a seguinte frase:Menos pedagogia embusteira, esquerdista,de Paulo Freire.Mais matemática,português,geografia,história,física…
    Quem sabe isso não seria um começo para melhorar a péssima educação pública que viceja no País…
    Mas talvez a ideia do adesivo não pegue,afinal de contas os mestres teriam muito trabalho em ensinar os pobres coitados que,inocentemente,têm seus cérebros indelevelmente lesados pela “pedagogia do oprimido”,de Paulo Freire.
    E o pior,esses jovens,que terminam o ensino médio,praticamente sem saber nada de coisa alguma(mal conseguem escrever uma simples frase sem assassinar a gramática) chegam à Universidade e continuam sendo ludibriados com a mesma asneira daquela anta,que é considerada o pai da educação brasileira.
    É preciso uma revolução no ensino para tirar esses esquerdinhas sindicalistas do controle da educação.
    Dizer que o problema de nosso sistema educacional é somente a falta de dinheiro é uma grande mentira!

  7. Do Interior.... Reply

    Digo que, se o governo fosse do PT, os professores receberiam 0% de aumento (como no governo federal) e estaria tudo bem. Só porque a praga petista defende sempre seu lado e é contra o outro, seja certo ou errado. Aliás, o PT só defende coisas erradas, assim como a peste vermelha que infesta alguns sindicatos.
    Nunca, em lugar nenhum do mundo, o comunismo, lenismo, Hitler, Marx e qualquer governo populista deu certo.
    Mas a população ainda não acordou para isso. Vide os nobres professores (embora a grande maioria não seja a favor deste sindicato de petistas)

  8. Elias Pereira Reply

    O PT acabou com a imagem dos professores. E todos sabem que foram usados pra encobrir a Lava Jato.
    Arrepender-se? Agora é tarde.

  9. O DESGOVERNO RICHA E ALIADOS NÃO TEM MORAL PARA FALAR MAL DA APP SINDICATO

  10. Danielle Bin dos Reis Reply

    Fabio Campana mais uma vez defendendo o interesse dos que detêm o poder. Esses não precisam de “paixão” porque tem o dinheiro. Dinheiro, capital que compra a maioria. Ora, não sejamos ingênuos, claro que a oposição fez a “festa” em cima da greve e tudo o mais. De errado no nosso mundo só tem os seres humanos que se corrompem porque valorizam mais o ter do que o ser. Então, meu caro jornalista engajado na defesa do governo que aí está, se é para ficar de um lado, porque em cima do muro não quero, ainda prefiro o lado dos trabalhadores. Com sindicato, CUT e qualquer partido que os defendam (mesmo que no momento para ter votos). As suas analises servem para despertar meu senso critico e não ser tão ingênua, até em quem diz defender o trabalhador. Mas escolher o lado que você escolheu, francamente, é escolher o lado daqueles que estão sempre com a maior fatia do bolo. Ao trabalhador resta ter que se sujeitar a lutar por aquilo que para os poderosos é migalhas. 3, 45 de reposição de inflação (não use o termo aumento, pq vc é inteligente) é migalhas. Não ter dado a reposição da inflação de 8,17% é, no meu ponto de vista, pura vingança. Gente adulta, agindo assim…E você me fala de paixões. Se fosse com você quero ver sua falta de indignação, agora com os outros é fácil. Enfim, triste, no meu ponto de vista é o desrespeito a classe dos professores, assim como é a qualquer trabalhador nesse nosso país.

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