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Nota da defesa de
Clayton Camargo

O Blog recebeu nota de posicionamento da defesa do Desembargador Clayton Coutinho Camargo que esclarece que o desembargador não responde a processo administrativo por tráfico de influência, como foi divulgado. É o que segue:

“A defesa do Desembargador Clayton Coutinho de Camargo, composta por Rodrigo Mudrovitsch, George Alves e Felipe Carvalho, do Mudrovitsch Advogados, Fajardo Faria e Cesar Franceschi, vem informar que, diferentemente do que restou consignado na notícia datada de 30.06.2015, disponibilizada no sítio eletrônico do Conselho Nacional de Justiça, bem como em outras, de diferentes meios de comunicação, o Desembargador não está respondendo a qualquer processo administrativo relativo a suposto tráfico de influência para favorecimento do Conselheiro Fábio Camargo.

De fato, um procedimento dessa estirpe chegou a ser instaurado perante o Conselho Nacional de Justiça. No entanto, foi sumariamente arquivado pela Corregedora Nacional de Justiça, Ministra Nancy Andrighi, na data de 20.10.2014, pois versava sobre fatos manifestamente infundados.”

O processo relativo ao afastamento do Desembargador de sua atividade judicante se refere, na realidade, a uma apuração sobre a evolução de seu patrimônio, sendo que, antes mesmo do término do procedimento, o próprio Ministério Público Federal rechaçou a maior parte da apuração inicialmente delineada.”

4 Comentários

  1. Conselheiro Fabio Camargo. Só se for Conselheiro sabem de que né? Que dupla asquerosa.

  2. Evolução de patrimonio incompatível com o que ganha, lá na minha terra significa, LADRÃO.

  3. Caro FÁBIO, o CNJ conhece bem os elementos que possui nos diversos tribunais de contas estaduais, e não deseja polemizar para evitar que a sujeira suba e torne-se conhecida da sociedade, bem como a sociedade que se diz envolvida e no entorno do TCE. É pessoinha carimbada da corte. É bem mais BARATO para a sociedade e para o estado aposentá-lo e muito bem. Atenciosamente.

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