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Coronel foi motorista
da APP-Sindicato

O coronel da Polícia Militar do Paraná, Chehad Elias Geha, prestou depoimento ao Ministério Público e contou a sua versão do confronto do dia 29 de abril, na Praça Nossa Senhora de Salete, Centro Cívico, Curitiba. Antes destacado para comandar a operação que cumpria ordem judicial de proteção ao prédio da Assembleia Legislativa, Geha acabou afastado e disse que o motivo do afastamento foi por ter alertado seus superiores sobre o “flagrante abuso de autoridade” da ação para impedir a invasão e depredação de patrimônio público por parte de membros e simpatizantes do movimento grevista dos professores da rede estadual de ensino. Porém, o coronel foi afastado por ter assumido o volante do caminhão de som contratado pela APP-Sindicado, conduzido o veículo até a frente da sede do Poder Legislativo estadual e, inclusive, ficando de posse das chaves do caminhão após estacioná-lo em local estratégico para que a multidão fosse inflamada contra deputados e o governo.

Testemunhas não faltam para confirmar o que de fato aconteceu nos momentos que antecederam a troca de agressões entre manifestantes e policiais militares. Muitos viram a atuação do coronel para facilitar e promover a agressividade dos grevistas. Esperto, ligeiro, Geha buscou se resguardar e enviou mensagem ao telefone celular ao então subcomandante-geral da PM-PR em que dizia que impedir o acesso aos arredores do prédio público criaria “um grave problema” para “a imagem do Estado, governo, PM e da segurança da Assembleia”. “Não vejo como impedir o acesso de pessoas, caminhão de som, montagem de barracas. Nossa missão é garantir que a Assembleia não seja invadida e, caso ocorra, reintegrar a mesma. Outras providências caracterizam abuso de autoridade”, escreveu Geha, que fez e procurou se documentar para justificar sua atuação como motorista do caminhão de som da APP-Sindicato.

20 Comentários

  1. Basta o comandante geral da pmpr mandá-lo pra casa esfriar a cabeça…

    Chehad é Requião desde criança…

    Geha é o irmão dele.

  2. Como pode um CORONEL da PMPR ter uma atitude de tal envergadura ? Não cumpriu com seu dever. Traiu a PMPR e o Governo do Estado. Belo exemplo para a sua classe. Dar respaldo e cobertura a quem antecipadamente sabia que a INVASÃO À ASSEMBLEIA LEGISLATIVA era evidente. E, ainda o fato de dirigir o caminhão da APP em local estratégico demonstra que estava a favor da GREVE, fazendo com que a PMPR e o Governo do Estado saíssem arranhados por tal cometimento.

  3. Luiz Antonio de Sá Barreto Responder

    Conheço o Coronel Chehad Elias Geha desde o tempo da Academia e posso afirmar que ele é uma pessoa honrada, bem diferente do Franciscchini e dos deputados da Bancada do Camburão que apoiam este desgoverno.

  4. TEM QUE SER MUITO IDIOTA PARA ACREDITAR NUMA NOTÍCIA DESTAS. ALGUÉM ACREDITA QUE O CORONEL IRIA JOGAR SEU NOME NA LAMA COM UMA ATITUDE DESTAS? VAMOS MAIS DEVAGAR COM AS BABAQUICES

  5. Sergio Silvestre Responder

    Estranho né,o Elias foi afastado por que não comungava com as ordens muares do comando que depois acabou fazendo a lambança.
    Aliás,no Parana quem presta mesmo e aquele que bate,joga bomba,rouba etc,ora gente ,vamos tomar um choque de honestidade que faz bem.

  6. Alguém que devia zelar pela segurança, abrindo porta para iniciar a baderna. Devia sim, por si, pedir exoneração do cargo.
    E olhem quem fala em choque de honestidade. O calça frouxa, o sabe tudo, lá de Londrina. Oh! Sérgio Silvestre, seja apenas honesto consigo mesmo (isto se for possível) e fale em choque de honestidade com os teus ídolos, Dilma e Lula e com a tua turma de malandros.

  7. mais um factoide que a imprensa compra sem checar, lógico que o cara vai se fazer de vitima, é ligado ao sindicato e tantos outros assemelhados com orientação politica!

  8. Paulo Da silva Responder

    a APP só queria invadir e criar confusão, todo mundo sabe disso, e ainda culpam os policiais, nao adianta editar imagens quem tava la viu quem começou tudo!

  9. É inacreditável a notícia que estamos vendo, bombástica, mas de qualquer forma esse militar como um bom servidor do Estado, também não queria que o confisco da Paranaprevidência acontecesse.

  10. Triste fim é o de RIXA, FRANCHISQUINHO e a CÓPULA da PMPR. cADEIA NELES POR ABUSO DE AUTORIDADE E IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. Vida longa ao GEHA. Escapou ileso das trampulinagens de RIXA/FRANCISQUINHO!!!!

  11. miroslaw Aphonsius Responder

    Gente pare e pense o Elias dirigiu o caminhão da APP para resultar em conflito vocês não acham ? Acredito também que ele nunca foi Requião pois, me contaram que era segurança do Lerner depois disto cresceu na policia.

    E pelo visto com este sobrenome adora uma bala de borracha né

  12. Por favor meus amigos. Notícia que não se prova, não se divulga.
    Dizem que tem dezenas de “testemunhas”. Como dizia um grande jurista e professor do meu tempo de graduação: “testemunha é a prostituta das provas, que pagar mais…”
    Aliás, se realmente esse fato da direção do caminhão for verdadeiro, quem garante que não foi por ordem do Secretário ou outra “Autoridade” para tomar o caminhão e tirá-lo de operação ou até para insuflar a massa para dar “um pouco de legitimidade ao uso da força” que, desde o início se previa ser utilizada.
    Cá entre nós! O Governo colocou professores e outros funcionários frente a frente com a PM e, como aquele moleque mimado e maldoso, colocou a mão entre ambos e disse: “quem for homem cospe aqui.” E, diante da inércia dos lados opostos, procurou empurrar um contra o outro para iniciar o confronto.
    Só não vê quem não quer, pois até cego procura um meio de enxergar sem usar a visão.

  13. antonio carlos Responder

    Um mentiroso como este é coronel da PM, estamos mesmo muito mal de PMs, uns baixam o porrete, e outro mente a não mais poder. Estamos mesmo muito mal servidos. Será que não está na hora de dissolvermos a Polícia Militar e criarmos uma só Polícia?

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