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Hora da verdade

do Painel, Folha de S. Paulo

Os responsáveis no movimento pró-impeachment por contabilizar o número de deputados a favor da saída de Dilma Rousseff pretendem usar a lista da votação dos vetos presidenciais para medir o real poder de força das articulações da oposição e do governo. A ideia de líderes do grupo é cotejar o mapa de votação com os apoios declarados ao grupo e focar a ação nos que deram o nome como favoráveis ao impeachment, mas cederam às pressões do governo na votação do veto.

3 Comentários

  1. Nada tem a ver a votação dos vetos com o impeachment, por com relação aos vetos NÃO foi vitória do governo mas do país em relação ao dólar que está nas nuvens e os brasileiros padecem.
    Impeachment é pelo bem do país, porque o governo errou, cometeu crimes e deve pagar por isso até por questão de uma governabilidade decente e viável para nós e nossos filhos

  2. Doutor Prolegômeno Responder

    Com os novos pregos no caixão de Cunha e o medo de Renan sobre mais revelações, a tendência é de contemporização e mais tempo até o desfecho, sabe-se lá qual será. Enquanto isso, a Nação soçobra pouco a pouco, dia a dia. Pode acontecer tudo, inclusive nada.

  3. Sinceramente esta história de impeachment é só para enganar, vamos recapitular a nossa história. Aproximadamente à trinta anos atrás se realizou o impeachment de Fernando Collor de Mello, e hoje onde ele está? NO SENADO BRASILEIRO, e pior envolvido em outro desvio de conduta de uma pessoa política e pública como ele, já que nunca foi impedido de realizar política no seu ostracismo da vida pública.
    E tem gente que acha isso a solução do problema?
    Vamos se sinceros, o problema é que não sabemos votar em primeiro lugar, temos uma política brasileira apesar do Brasil existir a mais de quinhentos anos e a nossa história política está marcada com várias mudanças a base de “golpes” ou “revoluções” e ainda não conseguimos chegar ao amadurecimento político.
    Eu prefiro nem que me custe cara a permanência deste atuais governantes que foram eleitos em 2014. E torço para que tenhamos aprendido a lição para 2016 e para 2018 estejamos conscientes e maduros do poder de um voto e que temos que ser responsáveis na decisão, porque os resultados são estes que estamos vendo, não só no Paraná mas no âmbito brasileiro.

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