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Força Tarefa da Lava Jato estuda estratégias contra pulverização de processos

A Força Tarefa da Lava Jato estuda formas de enfrentar a pulverização de parte das investigações da operação. A decisão do STF desta quarta-feira (23), que tirou das mãos do juiz Sérgio Moro, de Curitiba, um caso envolvendo a senadora Gleisi Hoffmann (PT), abre um precedente em outras frentes de investigação que não têm relação com a Petrobras. Ela foi citada como supostamente beneficiária de um esquema ilegal envolvendo a empresa Consist Software, de São Paulo, e o Ministério do Planejamento.

Via Paraná Portal com Informações da repórter Lenise Klenk, na BandNewsFM Curitiba.

A parte do relatório que cita a senadora não ficará com o relator da Lava Jato no STF, ministro Teori Zavascki. Mas com o ministro Dias Toffoli, para quem a distribuição eletrônica destinou o relatório. Se fosse como em ocasiões anteriores, o restante da investigação, que trata de pessoas sem foro especial, seria devolvido ao juiz Sérgio Moro, da 13.ª Vara Federal Criminal de Curitiba. Mas como o STF considerou que o caso não tem relação com a Lava Jato, seguirá para a Justiça Federal em São Paulo, onde as irregularidades investigadas teriam sido cometidas.

O Ministério Público Federal tentou manter o caso vinculado à operação, mas reconhecia a possibilidade de o STF tomar uma decisão no sentido contrário. Por isso, a Força Tarefa Lava Jato vem preparando estratégias para garantir que as investigações e suas consequências tenham a mesma eficiência.

Uma das alternativas seria insistir para manter toda a apuração vinculada às Forças Tarefa Lava Jato em Curitiba e Brasília. A outra seria dar suporte a procuradores de outros estados, começando pelo de São Paulo, o primeiro fora de Curitiba a receber um processo decorrente da Lava Jato.

1 Comentário

  1. ONTEM OUVI DE UM COMENTARISTA, E ACHEI SENSACIONAL ESTA FRASE.

    ””””””O STF ACABA DE CONDENAR TODO O BRASIL”””””””

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