Uncategorized

Para aproveitar o sábado

MÚSICA?
Helinho Brandao-ksfE-U10987897730ZCI-1024x773@GP-Web
Helinho Brandão

– MON, 15:00: Daniel Migliavaca, Julião Bêmio e Gustavo Moro.
– MON, 16:30: Trio de Helinho Brandão.
– Teatro Guaíra, 21:00: Arnaldo Antunes.
– Capela Santa Maria, 18:30: Orquestra de Câmara da Cidade de Curitiba.
– Teatro do Paiol, 20:00: Romulo Fróes.
– TUC, 20:00: Anne Jezini.

CINEMA
roberto-rossellini_a76176_7_jpg_640x480_upscale_q90
Roberto Rossellini e Ingrid Bergman

– Cinemateca, 19:00: Mostra de Cinema Atual Espanhol.
– Cineclube da Cinemateca: Ciclo Roberto Rossellini.
– Espaço Itaú de Cinema, diversos: Mostra François

TEATRO

– Teatro da Caixa, 15:00 e 17:00: O menino que que mordeu Picasso.
– Circo da Cidade, 15:00: “A Estranha Companhia do Palhaço”

GASTRONOMIA

– Fettucine al nero com mascarpone, aspargos e ovas

LITERATURA

Em preto e branco, o início da televisão em Curitiba – Maria Luiza Gonçalves Baracho.

– Pequenos e grandes sinais – Sandra Castello Branco

No Leia Mais você tem os detalhes da programação.

música?

– O caminhão-palco estacionado no Museu Oscar Niemeyer tem como atrações deste sábado, dentro do projeto Acordes de Primavera”, o bandolinista Daniel Migliavaca, o cavaquinhista Julião Boêmio e o violonista Gustavo Moro. Eles se apresentam às 15 horas. Às 16h30 o trio de Helinho Brandão comanda a tarde de música. Mas se chover, os shows serão reprogramados.

– Arnaldo Antunes apresenta o show “Já É” às 21 horas no Teatro Guaíra. O repertório traz canções de seu mais recente trabalho, como “Põe Fé Que Já É”, “Naturalmente, Naturalmente”.

– Orquestra de Câmara da Cidade de Curitiba se apresenta peças de Alberto Nepomuceno, Arthur Barbosa, Astor Piazzolla e Béla Bartók hoje às 18:30 na Capela Santa Maria.

– O músico paulista Romulo Fróes faz show de lançamento do álbum “Barulho Feio”, o repertório se concentra no samba-canção. Teatro do Paiol, 20h.

– Anne Jezini faz show de lançamento do álbum “Toda queda guarda um susto”. Produzido e arranjado pelo músico Rosivaldo Cordeiro, conhecido pelo seu trabalho de resgate à guitarrada amazonense “Guitarreiro” e pelos grupos Carrapicho, Jacobiando e Imbaúba. Seu trabalho mescla sonoridades amazônicas, ritmos latinos, samba, morna, trip-hop e jazz, com muitas texturas de sintetizadores do rock alternativo. A finalização foi realizada nos Estudios Davout, em Paris, sob o conceito de mixagem e masterização do engenheiro de áudio Jean-Loup Morette, com experiência em álbuns de Cesárea Évora e Talking Heads. Às 20h, no TUC.

cinema?

– A Cinemateca de Curitiba recebe a Mostra de Cinema Atual Espanhol. O programa oferece uma mostra reduzida da produção contemporânea que representa vertentes de gênero e de suas distintas inquietudes temáticas do cinema espanhol.

Hoje, às 19h, “A Ferida”, 2013, de Fernando Franco

Ana é uma motorista de ambulância de 28 anos. Apesar de eficiente em seu trabalho, ela tem problemas sérios em se relacionar com os outros, socialmente desajeitada e até agressiva contra aqueles que são próximos a ela. Isso a deixa infeliz e muito culpada o que a leva até a violência. O que ela não sabe é que sofre do que os psiquiatras chamam de Transtorno de Personalidade Limítrofe.

– Logo mais, às 14 horas o Cineclube da Cinemateca apresenta Ciclo Roberto Rossellini com o filme “Índia, Matri Buhmi, 1959. Apesar de creditado como documentário, o filme mistura elementos ficcionais e documentais, contando pequenas histórias de personagens de diferentes idades e classes sociais do país, montando assim a “bricolagem humana” que, segundo o narrador nos primeiros momentos do filme, é a India.

– O Espaço Itaú de Cinema exibe mostra de François Truffaut. Hoje, quatro filmes estão em cartaz em horários diferentes: Os Incompreendidos, às 14:30; Domicílio Conjugal, às 16:30; O Último Metro, às 18:30; Jules e Jim, às 21:00.

teatro?

– Livremente inspirado no livro de Antony Penrose, “O menino que que mordeu Picasso”, escrito e dirigido por Marcelo Romagnoli, está em cartaz no Teatro da Caixa. A peça narra o encontro do artista Pablo Picasso com uma criança que frequenta seu atelier. O espetáculo foi contemplado no Prêmio APCA e no Prêmio Coca-Cola Femsa 2012 na categoria melhor ator, para Fabio Espósito e as apresentações acontecem em dois horários: 15h e 17h.

– O espetáculo “A Estranha Companhia do Palhaço Só” da Imã Circo, apresenta uma dramaturgia original, centrada na onírica narrativa do Palhaço Só, personagem cômico, que se vê sem graça e já não encontra beleza em sua arte. Cansado da solidão e da mesmice, começa a reviver suas memórias de circo, e com isto é surpreendido por acontecimentos estranhos. Surgem no picadeiro figuras como a Mulher Barbada, o Homem Cachorro de Terno e o misterioso Apresentador ao Meio. Todos estes personagens e suas ações fantásticas ajudam o Palhaço Só a se reencontrar com a sua Companhia e recuperar a alegria de viver. A apresentação é gratuita e acontece às 15h no Circo da Cidade: Rua Benedicto Siqueira Branco, s/nº – Alto Boqueirão.

gastronomia?

– “Uma receita para ser considerada afrodisíaca precisa ter pelo menos um ingrediente com esse ‘poder’ e tem de ser atraente ao olhar”, explicou o botânico Gil Felippe, 55, autor de “No Rastro de Afrodite – Plantas Afrodisíacas e Culinária”. Vicente Ferreira entendeu e dividiu uma receita em sua coluna. Leia, prepare e aproveite: http://www.revistaideias.com.br/2015/07/05/cama-e-mesa/

– literatura?

Em preto e branco, o início da televisão em Curitiba – Maria Luiza Gonçalves Baracho.

A televisão chegou ao Paraná por volta dos anos 1960, alguns anos depois de Assis de Chateaubriand ter trazido os primeiros aparelhos televisores dos Estados Unidos. Nessa época, havia videoteipes e a programação era feita ao vivo, por causa disso, as falhas eram freqüentes, porém, era uma época de encantamento e deslumbre com a nova tecnologia que chegava. No livro de Maria Luiza Baracho, são contados os mínimos detalhes de como se deu o início da era televisiva na capital do Paraná.

– Pequenos e grandes sinais – Sandra Castello Branco

A poesia de Sandra Castello Branco é marcada por uma intensa delicadeza. Prende-se basicamente aos miúdos eventos do cotidiano, procurando extrair poesia mesmo daqueles que, não sendo sublimes, são justamente os mais prosaicos. Mais que um olhar-de-mulher, é um olhar feminino da poesia.

Comente