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PMDB dá mais um passo para distanciar-se do PT

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Ricardo Noblat

Michel Temer, vice-presidente da República, mandou avisar a Fernando Haddad, prefeito de São Paulo, que o PMDB terá candidato ao seu lugar – a senadora Marta Suplicy, recém-filiada ao partido depois de ter abandonado o PT.

Rápido como uma bala, Haddad começou a despejar o PMDB do seu governo. O PMDB tinha ali três secretarias e algumas subprefeituras. Perdeu uma secretaria e uma subprefeitura. Perderá mais. Faz parte do jogo, e o PMDB sabe disso. Sabe melhor do que ninguém.

É Temer que controla o PMDB paulista. E o ato do partido de se afastar por lá do PT antecipa o que deverá materializar-se durante o congresso do PMDB, marcado para o dia 17 de novembro, no Centro de Convenções de Brasília.

Não haverá rompimento com o governo Dilma, isso não. Ficaria mal para Temer, impedido de afastar-se do governo. Mas com o PT, mesmo que não seja declarado, o rompimento avançará mais algumas casas durante o congresso.

O PMDB aproveitará a ocasião para lançar uma séria de propostas que poderão no futuro ser aproveitadas em um programa de governo – seja de um candidato próprio a presidente na eleição de 2018, seja de Temer caso ele se veja obrigado a suceder Dilma.

2 Comentários

  1. Vejam como a política é nojenta. O vice Presidente do país é o
    presidente do PMDB que por sinal recebe Marta (ex PT) de braços
    abertos e lança como candidata do partido. A Dilma convive com
    com toda a corja do PMDB ao seu lado mas dorme com a espingada
    engatilhada contra ele. Por isto mesmo que nós temos que pensar
    muito antes de qualquer eleição. Propaganda não funciona para
    nada. Procurem um político menos ladrão e mais decente. Pena
    que este não existe !!!

  2. De que serve esta politica perversa, que só visa interesses pessoais, projetos de poder, manutenção de capitanias hereditárias, fisiologismo ad eternum, nomeações sem crivo técnico,etc…

    Deus salve o Brasil…

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