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Resumo da crise

Delfim Netto resume de forma muito objetiva a falta de confiança da sociedade no país: “O trabalhador não consome por que tem medo do desemprego. E fica líquido. O empresário não produz por que tem medo de o trabalhador não consumir. E fica líquido. Os bancos não emprestam às pessoas físicas e às empresas por temerem a inadimplência. E ficam líquidos. O Brasil se afogando na liquidez”.

6 Comentários

  1. O Insuportável Responder

    Pois é, seu Delfim!!! Quem quer derrubar do poder o PT e asseclas ladrões do Erário, não pode consumir além do estritamente necessário para viver e não deve investir 1 centavo sequer!!!! Eles não ficarão IMPUNES!!!!

  2. E este Desgoverno se afundando a cada dia mais porque precisa de dinheiro. Aí quem tem dinheiro empresta para o Desgoverno, e os juros sobem mais e mais. E a fatura é paga pelo povo, tendo ou não dinheiro.

  3. -Mas a imprensa ainda dá ênfase às palavras do ex-ministro da Economia, que durante o Regime Militar foi de “chapéu na mão” pedir dinheiro emprestado do FMI???? Por acaso não foi este ministro o Pai do Crescimento Econômico brasileiro na década de 60/70??? E que na década de 80, foi considerada a década perdida????
    -Os brasileiros estão gastando apenas o estritamente necessário para manter a vida.Muitos estão devolvendo casas, carros, motos, apartamentos e outros bens comprados para livrarem-se de prestações que oneram os salários reduzidos pela inflação galopante….então, para a maioria da população o dinheiro é suado e deve ser gasto com alimentação(supermercados e refeições), pagamento de água e energia, transporte para o trabalho e escolas e quando muito pagamento de escola particular….Compras de final de ano, presentes, troca de carro, ficará para outra oportunidade….a meta é tentar liquidar as contas, para ver se sobra um pouco mais de salário!!!!

  4. Foi ele mesmo quem disse…
    Quem não puder comprar o livro, pode emprestar na biblioteca.

    Em seu livro de memórias, o ex-presidente FHC revela ter sido alertado em 1996 sobre um escândalo na Petrobras em um almoço com Benjamin Steinbruch, dono da Companhia Siderúrgica Nacional e indicado pelo tucano para o Conselho da estatal.

    “Eu queria ouvi-lo sobre a Petrobras. Ele me disse que a Petrobras é um escândalo. Quem manobra tudo e manda mesmo é Orlando Galvão Filho, embora Joel Rennó tenha autoridade sobre Orlando Galvão.”

    Em 1996, Rennó era presidente da estatal e Galvão Filho o presidente da BR Distribuidora. O tucano registrou ainda “que todos os diretores da Petrobras são os mesmos do conselho de administração” e sugeriu a existência de um jogo de cartas marcadas nas decisões da empresa. “São sete diretores e sete membros do conselho. Uma coisa completamente descabida.”

    Embora tenha afirmado que havia necessidade de “intervenção” na Petrobras, FHC preferiu não interferir. “O problema é que eu não quero mexer antes da aprovação da lei de regulamentação do petróleo pelo Congresso.”

    Esta, sim, é uma informação que mereceria dos jornalões da mídia nativa uma manchete.

    Fonte: excerto da Carta Capital.
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    Alguns fazem as memórias póstumas, outros escrevem suas memórias em vida e tem alguns infelizes que fazem delação premiada.
    Lembrando que naquela época não existia CGU e a PF era um naco do que ela é hoje…

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