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Para aproveitar o sábado

música
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– Iria Braga, SESC Paço da Liberdade, 15:30h.
– Ney Matogrosso, Teatro Guaíra 21h.
– Mart’nália em Samba, Teatro da Caixa, 20h.
– Sidail César, Teatro do Paiol, 20h.
– Camerata Antiqua de Curitiba, Capela Santa Maria, 18:30h.

cinema

– Curtas Infantis 2, Cine Guarani às 16h.
– Carmen Miranda: Bananas is my business, Cinemateca, 19h.
– A lei do desejo.

teatro

– Stand up and Down #tentativa5, Miniauditório Guaíra, 20h.
– Domingos vivos retratos vazios, Novelas Curitibanas, 20h.
– Cachinhos Dourados, Teatro João Luiz Fiani, 16h.

exposição

– Sólidos, MuMA, até às 19h.
– Negra Curitiba, Fotografias de Socorro Araújo, Museu Paranaense, das 10h às 16h.

literatura

– O conceito de angústia, Kierkegaard
– Assim até eu, Antônio Thadeu Wojciechowski

Detalhes da programação no Leia Mais

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música

– Iria Braga se apresenta hoje no SESC Paço da Liberdade. Canções de seu disco se estreia se misturam a outras inéditas num repertório rico. A cantora estará acompanhada de Davi Sartori (piano), Denis Mariano (bateria), Sandro Guaraná (baixo) e Thiago Coelho (guitarra), às 15:30h.

– Ney Matogrosso retorna à cidade com “Atento aos Sinais”. Em seu novo reencontro com o público curitibano traz na bagagem um Grammy pelo conjunto de sua obra e vai mostrar toda sua vitalidade num espetáculo pulsante. Às 21h no Teatro Guaíra.

– Vai até amanhã o show “Mart’nália em Samba!”, em que a cantora apresenta repertório de CD e DVD gravados em 2014, com a direção de Martinho da Vila. Entre as músicas, “Pé do Meu Samba” (Caetano Veloso), “Ela é a Minha Cara” (Celso Fonseca / Ronaldo Bastos) e “Cabide” (Ana Carolina). No Teatro da Caixa, hoje às 20h e amanhã às 19h.

– Sidail César recebe 15 convidados para apresentação do álbum “No Batuque do Coração”, em que divide composições com Roberto Prado. No Teatro do Paiol, às 20h.

– A Camerata Antiqua de Curitiba apresenta Mozart em Dó Maior, com as peças Sinfonia Nº 28 em Dó maior IK 200 (1774), Vesperae Solennes de Confessore IK 339 (1780), Missa em Dó maior IK 317 “Missa da coroação” (1779). Na Capela Santa Maria, às 18:30h.

cinema

– Em cartaz no Cine Guarani “Curtas Infantis 2”. O programa dura pouco mais de uma hora e exibe “Caçadores de Saci”, “Dona Cristina Perdeu a Memória”, “Maré Capoeira” e “Paisagem de Meninos”, às 16h.

– “Carmen Miranda: Bananas is my business”, conta a extraordinária história da estrela brasileira que conquistou a imaginação e o coração do mundo. Direção de Helena Solberg. Na Cinemateca, às 19h.

– Para quem prefere ficar em casa, a dica é “A lei do desejo”, de 1987. Foi um dos primeiros trabalhos polêmicos de Pedro Almodóvar, por abordar trans e homossexualismo, o incesto, pedofilia e a AIDS. No entanto, também é um dos mais aclamados. A película trata da vida de Pablo Quintero, um cineasta que foi abandonado por Juan, seu amante, e que vive com sua irmã, Tina, uma transexual, que é atriz. Pablo conhece Antonio, um rapaz de tendências homicidas e muito ciumento, apaixonam-se e passam a ter um caso regado a muita violência.

teatro

– A peça “Stand up and Down #tentativa5” está em cartaz no Miniauditório Guaíra. No palco, a atriz e dramaturga Pagu Leal relembra momentos de sua vida até chegar aos 40 anos com muito bom humor, às 20h.

– “Domingos vivos retratos vazios” pretende, através do encontro entre artistas e público, materializar algo indizível. Ela é uma abertura à troca de experiências através de palavras, sensações, respirações, projeções ou sutilmente através de olhares. No Novelas Curitibanas, às 20h.

– Magia, aventura, amizade e tradição se misturam na releitura do clássico “Cachinhos Dourados”, de 1837, que ganha vida com o texto e a direção de Arnon Nogueira. Nesta nova versão, um menino, com cachos de ouro, que passa o dia sendo paparicado por sua Mãe Joana, vira alvo de chacota entre seus colegas de escola. O destino do personagem muda drasticamente quando ele, cansado de tudo isso, passa a desejar envelhecer. O que ninguém podia prever é que uma criatura do bosque terrivelmente assustadora escuta as suas preces e resolver fazer uma pegadinha com ele. Transformado em idoso, o menino agora abandonado por todos e só com uma nova amiga, terá de encontrar a casa dos três ursos e descobrir onde está o mingau mágico capaz de reverter todo o encanto. “Cachinhos Prateados”, para crianças de todas as idades, no Teatro João Luiz Fiani, às 16h.

exposição

– Está aberta no MuMA “Sólidos”, do artista curitibano Daniel Duda. A mostra reúne imagens e objetos produzidos com tecnologia de impressão em três dimensões que transitam entre o meio digital e a concretude física. O Museu Municipal de Arte fica aberto até às 19h.

– Está em cartaz até o dia 17 de fevereiro “Negra Curitiba, Fotografias de Socorro Araújo”. No Museu Paranaense e pode ser vista de terça à sexta, das 9h às 18h e sábado e domingo das 10h às 16h.

literatura

– O conceito de angústia, Kierkegaard

O conceito de angústia, de Kierkegaard, escrito em 1844, levou quase um século para ser traduzido para o português. Direto do original surgiu apenas em 2010, na coleção pensamento humano, da editora Vozes. Neste livro, o pensador dinamarquês, sob o pseudônimo de Vigilius Haufniensis, esclarece psicologicamente, a discutir com Agostinho e com os sistemas idealistas, o conceito de angústia. Embora, aparentemente simples, Kierkegaard tornou um dos intelectuais mais influentes sobre o pensamento da existência humana no século XX.

Assim até eu, Antônio Thadeu Wojciechowski

A segunda edição, revista e ampliada pelo autor, mantém o mesmo projeto gráfico de Solda da primeira edição – Lagarto Editores, 2003. Em seu livro de estréia em prosa, Thadeu Wojciechowski revela as diferentes espécimes de vampiro existentes em Curitiba. Existem aqueles que não sugam, mas injetam sangue novo. Em Assim até eu – um romance violento e divertido ou violentamente divertido? – circulam duas vertentes de personagens, os ideologicamente alcoólicos e os bêbados de ideologia, cujas trajetórias paralelas deságuam na prisão, no hospital, no manicômio e no cemitério, onde o narrador os acompanha com piedade, porém sem dó. Assim até eu pega na veia, com frases incisivas, diálogos ágeis/engraçados e um narrador que deixa a história correr, aparecendo e desaparecendo com a precisão dos melhores vampiros.

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