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Gaeco prende 40 em
nova fase da Publicano
em Londrina e Curitiba

foto AN_gazeta do povo

Gazeta do Povo

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) está cumprindo 47 mandados de prisão em pelo menos em duas cidades do Paraná: Londrina e Curitiba. A operação deflagrada na manhã desta quinta-feira (3) é mais uma fase da Operação Publicano. Até as 10 horas, 40 pessoas tinham sido presas – 33 em Londrina e sete em Curitiba. Aqueles que foram detidos na capital serão levados para Londrina. Quarenta e quatro alvos da operação são auditores fiscais, 35 deles já envolvidos em investigações anteriores.

Também foram cumpridos outros 52 mandados de condução coercitiva, quando o investigado é convidado a prestar depoimento e logo em seguida liberado. Entre os investigados que foram levados para prestar depoimento está o empresário Pedro Muffato, de Cascavel. Outro empresário que teve a condução coercitiva decretada foi Rachid Zabian. Foram feitas buscas também em outras duas empresas: Viscardi (de Londrina) e Big Frango.

Há ainda 49 mandados de busca e apreensão em gabinetes da Receita Estadual, em residências e num escritório de advocacia. Segundo o Ministério Público do Paraná (MP-PR) , foi decretada a quebra de sigilo bancário de 19 pessoas ou empresas.

– Leia aqui a reportagem completa.

7 Comentários

  1. Sergio Silvestre Responder

    Do jeito que a coisa vai,com onibus lotados de corruptos,esse governo nem sei como funciona e logo vão prender até o conselheiro espiritual do palacio.

  2. valdir izidoro silveira Responder

    A foto diz tudo: TODOS COM COMPORTAMENTO DE BANDIDOS, ESCONDENDO A CARA, porque esses canaljhas não tem rosto, não tem face.

  3. E pensar que esse lixo aí tinha apoio amplo, geral e irrestrito de um “primo distante” por, ao menos, 48 meses, uns bilhões sonegados e uns milhões propinados à campanha eleitoral …

  4. Laercio Cordeiro Responder

    O curriculum de BETO RICHA ainda é o seu melhor advogado! mas como tudo na vida se esgarça, seu histórico pode estar por um fio e pode lhe expor as feras. O envolvimento de servidores, empresários, advogados é numeroso e o volume de dinheiro abocanhado é incomensurável. Será que Beto Richa e seus antecessores não sabiam desses achaques ao erário? Duas coisas: ou são condescendentes ou mal assessorados. Como sempre, esses governadores se mantiveram envolto por asseclas bem remunerados, restam a primeira hipótese.
    Por outro lado, causa espécie o excesso de “cautela” com que os presos estão sendo tratados. Por que, a exemplo da LAVA JATO, a identificação dos envolvidos não estão sendo divulgados?

  5. Essa prática de corrupção é muito antiga. Os fiscais maiores as propinas eram dinheiro e os menores seriam mercadorias e alguns presentes.
    Fui diretor financeiro de uma pequena Cooperativa no interior do estado e fomos acharcados por um dos fiscais que teve a coragem de dizer a um de nossos funcionários que se não déssemos R$ 20.000,00, seríamos multados em R$ 1.000.000,00 e a contratação de um advogado para nos defender custaria no mínimo 10% desse valor e pelo valor pedido seria mais comodo para nós pagar a propina. Com uma negociação com ele foi reduzida por R$ 10.000,00. E o cara de pau nos disse que Cooperativa dificilmente sonega e que ganharíamos a questão, mas ia demorar e iríamos gastar muito. E como iríamos tirar essa grana do caixa sem justificar a saída?. Fizemos uma reunião de diretoria e alguns cooperados e foi feito uma vaquinha e pagamos a propina. Mas, felizmente, pela lista que vi dos presos, esse corrupto está atrás das grades. Parabéns ao Judiciário e a Gaeco que está botando essa gente na cadeia.

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