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Tucanos fecham apoio a Temer e Dilma pede que monitorem PMDB

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VERA ROSA E ALBERTO BOMBIG, O ESTADO DE S.PAULO

O vice-presidente Michel Temer (PMDB) conseguiu nos últimos dias algo raro na política brasileira: a união dos senadores tucanos Aécio Neves (MG) e José Serra (SP) e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, em torno de uma estratégia comum que tem como objetivo a disputa pela Presidência.

Divididos desde o início da crise que ameaça o mandato da presidente Dilma Rousseff, em março deste ano, os três decidiram apoiar – e, em alguns casos, encorajar – Temer a trabalhar pelo impeachment da petista.

Até meses atrás, apenas Serra era um entusiasta da ideia de ver o peemedebista no Planalto. Aécio jogava para tirar Temer e Dilma de uma só tacada e disputar uma nova eleição. Alckmin queria manter a presidente no cargo até 2018, quando também termina o mandato dele no Palácio dos Bandeirantes.

3 Comentários

  1. A situação do Brasil é tão grave que não tem para nenhum partido.
    Até o PSDB “costura” apoio ao PMDB para atingir um único obje-
    tivo que é chegar ao poder. Perderam a identidade infelizmente…

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