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Corte nos gastos de custeio será mantido em 2016, diz Richa

O GOVERNADOR BETO RICHA DURANTE REUNIAO DO SECRETARIADO.

Mesmo com a estimativa de investimentos de R$ 8 bilhões e de reajustes aos servidores em 2016, o governador Beto Richa pediu aos secretários que mantenham as medidas de economia e corte de gastos de custeio. “Temos a necessidade permanente de medidas de diminuição de gastos com custeio. A orientação aos secretários é otimizar e racionalizar os recursos públicos, para que sobre mais dinheiro para ser revertido em obras sociais e investimentos que interessam aos paranaenses”, ressaltou.

“2015 foi um ano complicado com inúmeras dificuldades, mas muito satisfatório. Fechamos o ano com o dever cumprido, com o Paraná com uma das melhores situações fiscais e financeiras do Brasil. Com o ajuste fiscal, o Estado hoje honra seus compromisso, paga em dia servidores, antecipou o décimo terceiro salário, reajusta salários e faz investimentos recordes”, afirmou.

O secretário Mauro Ricardo Costa (Fazenda) disse que o Paraná, ao contrário da União e de outros estados, conseguiu fazer um orçamento equilibrado com a economia de despesas e incremento de receitas. “Hoje, todos os indicadores fiscais e financeiros mostram uma posição privilegiada do Paraná. Mesmo não sendo uma ilha, o estado é o único que tem pago os reajustes ao servidores e que prevê investimento recorde para 2016”, afirmou.

Mauro Ricardo Costa explica que o orçamento estadual de 2016 foi elaborado em projeções de indicadores econômicos de setembro. No entanto, o cenário econômico nacional mudou e as previsões atualizadas preveem indicadores mais negativos para economia nacional.

“Se for necessário, iremos contingenciar parte do orçamento para avançamos com mais segurança e controle financeiro. Assim que a arrecadação melhorar e os repasses se confirmarem, vamos liberando as verbas”, afirmou. Ele explicou que essa medida não afetará os orçamentos da saúde e educação, áreas prioritárias para o estado.

1 Comentário

  1. Caro FÁBIO, o governador BETO RICHA está acreditando que receberá os repasses da UNIÃO – FPE, normalmente. Está literalmente enganado, pois o encolhimento dos recursos da UNIÃO estão sendo ampliados. Se faz necessário impor ao ESTADO, redução nas despesas de custeio e redução do pessoal da máquina pública. Constituir grupo com elementos de fora do governo para auxiliar, pois a expertise e o conhecimento também existem fora do governo. Promover demissão voluntária. Eliminar o duplo emprego. A redução ainda não é a ideal. Se não fizer os cortes agora no início do ano, pagará no final. Eliminar orçamento de empresas estatais fantasmas. Vender estatais fragilizadas pela má gestão. Atenciosamente.

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