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MEC vai colocar no pau estudantes com atraso no Fies, diz Mercadante

FABIO POZZEBOM/ABR
FABIO POZZEBOM/ABR

O Ministério da Educação estuda acionar a Justiça para conseguir receber o pagamento de 47% dos estudantes beneficiados pelo Fies que não estão em dia com o programa. Desde a sua criação, em 1999, 146 mil alunos estão com contas em atraso, segundo a pasta. Desse total, 3,4% são referentes à nova fase do FIES, iniciada em 2010, quando foi criado um fundo garantidor que dispensava o beneficiário de apresentar um fiador.

— A primeira saída é a negociação. Essa é a possibilidade. Faz a negociação, coloca na dívida e eles pagam. Se não, ficam negativados e têm problemas sérios. E a segunda saída é acionar (a Justiça) — afirmou, nesta segunda-feira, o secretário executivo do ministério, Luiz Cláudio Costa.

Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, cada caso será analisado separadamente para se encontrar a melhor solução. Mercadante ressaltou que o nível de inadimplência referente ao novo modelo inciado em 2010 é baixo e pouco irá afetar o fundo garantidor.

— O avalista é sempre a última instância, mas não incide sobre o fundo garantidor. São 3,4% dos contratos que poderão incidir no fundo garantidor se não houver negociação, parcelamento ou algum tipo de tratamento — disse o ministro.

5 Comentários

  1. O Insuportável Reply

    Tá certo o petista! Tem que colocar no pau de arara esses coxinhas inadimplentes!!! Esse é o nosso Maduro, nosso herói!!!

  2. E vão acionar também os ladrões ptistas que sacquearam a Petrobrás?

  3. Mas que ministro mais insensível, esta turma que pôs o capelo na cabeça jamais conseguiu ir além da entrevista de emprego. E muitas delas insistem em continuar vivendo no “ambiente acadêmico”, ou seja, não trabalham. E o ministro como professor sabe que quem não trabalha não ganha, e quando ganha é bolsa de estudo, que o ministro também sabe que não é tanto assim. Os caloteiros estão prejudicando os que querem estudar hoje , mas que por falta de financiamento não vão poder estudar. Como eu sempre digo, a demagogia custa caro.

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