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Perdemos o Dude Ghignone

josé ghignone
Morreu José Ghignone, o Dude Ghignone. Livreiro, editor, ácido crítico das mazelas da província, mais ácido ainda ao falar de política e políticos, deu contribuição inestimável à formação de gerações, quando sua Livraria, na Rua XV (depois na Comendador Araujo) era centro de debates de ideias onde, necessariamente, passava a parcela da população que tinha neurônios sadios e em funcionamento. José Ghignone era pai de Fernando Ghignone, ex-secretário da Cultura, presidente da Sanepar e agora da Compagás.

Será velado à partir das 13h00 no Cemitério Municipal. O enterro será às 17h00.

7 Comentários

  1. Tive o prazer de conhecer o sr. José e poder compartilhar de seu imenso conhecimento. Pesâmes a toda sua família.

  2. valdir izidoro silveira Responder

    Bati muito papo com o Zé Ghignone. Quando cheguei ao Paraná, em 1972, frequentei – acho que não estou enganado- a livraria que fica na esquina da Brigadeiro Franco com Comendador Araújo, prédio onde o Fernando depois fez uma cafeteria e ponto de encontros. Zé Ghignone fará falta.

  3. SYLVIO SEBASTIANI Responder

    A minha preocupação é quando ele atravessava a Rua Comendador Araujo, Certa vez falei isso para o Fernando. Mas me parecia que os automobilistas conheciam e respeitavam ele, pois chegavam a diminuir a marcha, e até parar. A Família Chignone é muito querida em Curitiba. Um noticia triste esta.

  4. A morte do comum amigo Dude Ghignone é não só umaperda:é o fim de um tempo em que o PENSAR era fundamentl, alimentado por um Dignatário, qual Dude – e a, ntes, do pai, João -, que souberam, ambos, conduzir nossos pensamentos a um Conhecer mais democrático; a um perfil mais abeto às cusas político-sociais. Dude nos é, sem dúvida, o “templo” de um Conhecimento relegado hoje quase ao esquecimento. Ainda em 1967, enquanto calouro de Jornalismo na Católica, tive a o prazer de a honr de ganhar de Dude o primeiro livvro de um anunciado contestador dos valores políticos de então – Nelson Werneck Sodrié. Dali por diante, o “novo valor da esquerda” pulsou nas páginas de Osny Duarte Preira, Leoncio Basbaum e tantos outros que nos mostraram a realiodaee num instante em que o Brasil vivia uma “democradura” feroz, não mais latente, mnas pronta para um constante ataque dos ideais de quem defendia a liberdade.
    Dude, a ti, minha homenahgem p´[ostuma, minha lembrança e saudae; e, em especial, meu preito a quem soube “proteger” os tantos nossos, que, contigo, aprenderam a releer asd páginas do Idealismo Democrático, com fé, orgulho e como um dever cvonstituído.
    Do Urban.

  5. Seu Dude, homem bom e sério. Quando vim de Ivaiporã morar na Casa do Estudante conheci esse senhor o qual pedi um emprego e o mesmo me empregou na hora….. fui carregar caixas de livros na livraria…… trabalhei pouco tempo….em seguida fui trabalhar no Tabelionato Giovanetti………. vi ele ajudar muitos estudantes que não tinham dinheiro para adquirir livros e o mesmo o ajudavam………Estou viajando se não iria no funeral com certeza…..vai com DEUS ..Joao Feio

  6. Trabalhei na J.Ghignone no periodo de 01 agosto 1967 até 18 junho de 1972,primeiramente na Livraria do Povo na Ermelino de Leão (meu primeiro emprego)depois na Matriz da XV de Novembro e ajudei a montar a livraria da Brigadeiro Franco/Comendador Araujo.Convivi com o Sr José ,portanto durante 5 anos,aprendi muito durante esse período.
    Á família meus sentimentos.

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