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Derrota de Cunha não significa sossego do processo de impeachment

eduardo cunha_ foto marcelo camargo agencia brasil

Painel, Folha de S. Paulo

Com a recondução de Leonardo Picciani à liderança do PMDB, o governo precisará avançar sobre o grupo de 30 eleitores de Hugo Motta para assegurar cenário favorável dentro do partido contra o pedido de impeachment de Dilma Rousseff. A equipe da presidente sabe que a vitória não é sinônimo de tranquilidade. Afinal, Eduardo Cunha segue com poder sobre outros partidos e caneta nas mãos. Ele promete “guerra” a Picciani. E isso significa guerrear contra o Planalto.

Combate franco – Aliados de Cunha dizem que, além de contar com os 30 deputados que votaram em Motta para patrocinar chapas avulsas nas comissões, o presidente da Casa exerce influência poderosa sobre as bancadas de PP, PR, PTB e PSC.

Pra cima – O governo espera que Picciani exerça uma espécie de “atração gravitacional” sobre os deputados hoje afinados com Cunha. Quer que o aliado se apresente como alternativa para assumir a presidência da Câmara.

6 Comentários

  1. Doutor Prolegômeno Responder

    Todos os prognósticos de áugures e arúspices da mídia contra Cunha, até agora, foram tiros n’água. Apesar de todas as acusações que pesam contra ele (e no mais contra outras centenas de deputados, senadores, ministros e ex-presidentes) tudo indica que ele continua a ser meu malvado favorito.

  2. Que o Picciani é ladrao nato, todos nos sabemos, agora ladrao nato e burro, é novidade, será que esse mané nao vê que ta sendo usado, que o pt nunca cumpriu acordo nenhum, nem quando tinha algo a oferecer, imagina agora. Vai afundar junto aos canalhas.

  3. Sergio Silvestre Responder

    Amo seu tolo,vamos preservar o Cunha esse poço de honestidade.
    Vamos cuidar do sujeito que pode ser o Presidente de vocês já que é o terceiro na linha sucessorial.

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