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Relator do caso Cunha quer ouvir Youssef, Júlio Camargo e Baiano

Cunha Foto Alex Ferreira Câmara dos Deputados

Relator do processo contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no Conselho de Ética da Casa, o deputado Marco Rogério (DEM-RO) anunciou nesta quarta-feira, 30, que quer ouvir os delatores do peemedebista na Operação Lava Jato. O anúncio foi feito durante a apresentação do seu plano de trabalho para a fase de coleta de provas e marcação de depoimentos do processo.

Das 11 testemunhas contrárias a Cunha pedidas pelos denunciantes, Rogério decidiu convidar sete para serem ouvidas: os lobistas Júlio Camargo, João Augusto Henrique e Fernando Baiano; o doleiro Alberto Youssef; seu ex-sócio, Leonardo Meirelles; o ex-gerente da área Internacional da Petrobrás Eduardo Vaz Musa, além do próprio Cunha.

O relator sugeriu ainda que os membros do Conselho de Ética da Casa ouçam, durante a instrução probatória do processo, o procurador do Banco Central, um auditor indicado pela a Receita Federal, além de Ricardo Pernambuco e Ricardo Pernambuco Júnior, ambos da empreiteira Carioca Engenharia.

De acordo com o Conselho de Ética, não será preciso aprovar requerimentos, pois não se trata de convocação de testemunhas, mas, sim, de convites para que venham ser ouvidas pelo colegiado.

O presidente do Conselho de Ética, deputado José Carlos Araújo (PR-BA), afirmou que o colegiado já está em contato com o juiz federal Sérgio Moro para que as testemunhas que estão presas sejam ouvidas por videoconferência.

O relator ressaltou que, após o exame dos documentos, poderá pedir novos depoimentos que considerar necessários.

2 Comentários

  1. MALDIÇAO DO PETISMO Responder

    Crime se comete por ação e OMISSAO. Tem tem a obrigação legal de não permitir a corrupção comete crime ao deixar que seus comparsas o façam. Diz a Constituição Federal: “Art. 78. O Presidente e o Vice-Presidente da República tomarão posse em sessão do Congresso Nacional, prestando o compromisso de manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil.

    Parágrafo único. Se, decorridos dez dias da data fixada para a posse, o Presidente ou o Vice-Presidente, salvo motivo de força maior, não tiver assumido o cargo, este será declarado vago.”

    Quem não JURAR “manter, defender, e cumprir a Constituição, observar as leis..” não toma posse.

    Principio jurídico da humanidade – FATOS PÚBLICOS E NOTÓRIOS não dependem de prova como determina o Novo Código de Processo Civil no seu Art. 374. Não dependem de prova os fatos:

    I – notórios;

    Como disse a ilustre Jurista Janaina, o que não faltam, são crimes a justificarem o ympeachment.

  2. Doutor Prolegômeno Responder

    O caso Cunha é uma questão de hierarquia de escolhas. Primeiro, livra-se do mal maior e mais pestilento que é o governo lulopetista. Depois, o mal menor. Há um tempo para tudo debaixo do sol.

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