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Campanha das bandeiras tarifárias: erros de português e de foco

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Mariana Alvim, O Globo

O governo federal colocou no ar, há alguns dias, uma campanha para celebrar a redução na tarifa de energia em abril — a bandeira verde, aliás, continua em maio.

É uma campanha com problemas, como o governo a quem quer louvar.

Ataca a, por exemplo, a língua portuguesa. No final do comercial surge um desleixado selo que prega o “consumo conciente (sic) de energia”. Sim, consciente sem o “s”.

Mas consciente mesmo seria o consumidor que soubesse, por exemplo, que falta uma palavrinha mágica para explicar as bandeiras tarifárias: as termelétricas, mais caras e poluentes.

Foram elas que, segundo dados da Aneel, fizeram o consumidor pagar R$ 14,7 bilhões na cobrança das bandeiras em 2015.

Se em 2012, a geração térmica foi responsável por 13,5% da carga total de energia elétrica no país, este percentual cresceu significativamente nos anos seguintes: 20,6% em 2013; 25,9% em 2014; e 25,5% em 2015, com base em números do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Veja a campanha:

4 Comentários

  1. Caro FÁBIO, na PÁTRIA EDUCADORA, com líder analfabeto, com presidenta, com o massacre horrendo praticado pelos professores da APP / SINDICATO da língua portuguesa, é normal a observação desses e demais erros inclusive nos veículos da CUT. Como esperar um ensino no mínimo adequado com professores que demonstram essa falta de qualidade aos seus. Tinha que acabar como está acabando. Atenciosamente.

  2. Politicamente incorreto Responder

    Foi alguém do MST ou movimento de sei lá o quê….pois eles é que estão transistando livremente nesse quase finado governo Dilma…..

  3. Deve ter sido escrito pelo Sérgio Silvestre. Como ele mesmo declarou “gosto de brincar com as palavras”.
    Vão ser burros assim no raio-que-os-parta.
    Coisas de pt.

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