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Oeste supera crise ao criar mais empregos no Paraná, afirma Paranhos

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O deputado Paranhos (PSC) destacou nesta segunda-feria, 23, que apesar dos efeitos da crise nacional que paralisou setores da produção nacional, a região Oeste do Paraná e a cidade de Cascavel vêm alcançando excelentes índices na criação de empregos. “O agronegócio, setor importante da economia brasileira, monstra essa força principalmente no Oeste do Paraná e em Cascavel”, destacou Paranhos.

“O campo diversificou sua atuação. As cooperativas do Oeste agregam valores na produção da agropecuária, criam mais empregos no setor e ampliam os investimentos, atendendo desde as famílias de pequenos produtores até os grandes produtores de carnes, grãos e seus derivados. A produção de alimentos é hoje nosso principal destaque no cenário nacional e internacional, completou Paranhos.


A região Oeste atraiu, desde 2011, R$ 3,28 bilhões em investimentos. Os projetos são capitaneados principalmente pelas cooperativas agropecuárias nas áreas de avicultura e suinocultura com apoio e suporte do BRDE.

De acordo com o Caged, de janeiro de 2011 a março de 2016, o Oeste liderou a criação de empregos com um saldo (entre admitidos e demitidos) de 51,7 mil vagas com carteira assinada. Os 50 municípios da região criaram 23,7% do saldo geral do Paraná no período, de 217.783 empregos. A cidade de Cascavel apresentou o maior saldo acumulado no período, com 14,3 mil empregos, seguida por Foz do Iguaçu, com 7.580 vagas, Medianeira, com 6.613; e Toledo, com 5.498.

No primeiro trimestre de 2016, mesmo com o agravamento do desemprego em todo país, lembra Paranhos, a região seguiu gerando empregos. No período, foram criadas 404 vagas com carteira assinada no Oeste, de acordo com Caged.

No acumulado de janeiro de 2011 e março de 2016, a região ficou à frente de outros polos geradores de emprego no Estado, como o Norte Central, polarizado por Londrina e Maringá, com 44.006 vagas, e a região de Curitiba, com 3.496 vagas. Boa parte desse resultado se deve ao aumento dos investimentos.

Apesar da concentração no agronegócio, o emprego também se multiplicou em outros segmentos, beneficiados da movimentação econômica que vem do campo. O comércio varejista ficou em segundo lugar no saldo de vagas entre 2011 e 2016, com 2.843 vagas, seguido pelo setor de limpeza, com 2.663 vagas, transporte rodoviário de carga (2.321) e serviços administrativos (1.809).

(foto: Sandro Nascimento/Alep)

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