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O 7 x 1 que não queríamos

coutinho

O título nada tem a ver com política, usado sem pudor em tempos de crise, falamos mesmo de futebol. Ontem a seleção brasileira entrou em campo pela Copa América contra o Haiti e ganhou de 7 x 1. A abertura da notícia n’O Globo traz o seguinte texto: “Verdade que a ocasião era ingrata. Porque tudo que a seleção fizesse de ruim seria superdimensionado. E tudo que fizesse de bom, relativizado, dada a disparidade de força, tradição e história entre Brasil e Haiti. Mas é do jogo, é o mundo real. É preciso conviver com ele. O fato é que, na maior parte do tempo, não foram boas as sensações transmitidas pela seleção, apesar do 7 a 1 desta quarta-feira, em Orlando, pela Copa América. A goleada, afinal, era esperada.”

Carlos Eduardo Mansur que assina a matéria acertou. Mas esse é um 7 x 1 que não nos importa, queremos ver desempenhos como os de ontem contra Argentina, Uruguai, Chile, Paraguai. E preferencialmente queremos o título de campeão.

A propósito os gols foram: 3 de Philippe Coutinho (destaque do jogo); Renato Augusto marcou duas vezes; Gabigol e Lucas Lima marcaram um cada. E o gol do Haiti foi marcado por Marcelin quando já estava 5 x 0.

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