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Paulo Martins detona Fruet durante visita a Assembleia

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“O curitibano está descontente. A gestão do Gustavo Fruet (PDT), deixou a desejar. Acho que até ele sabe disso. Ele foi um bom parlamentar, mas, hoje, Curitiba notou que, quando o elegeu prefeito, trocou um parlamentar de ponta por um executivo medíocre”. As frases são do deputado Paulo Martins (PSDB), ao analisar a administração do atual prefeito durante uma visita a Assembleia.

Martins, que não esconde o projeto de disputar a prefeitura, foi bastante crítico sobre a administração Fruet. “A cidade está parada, não inova. Se agarra a ‘acusações’ sobre suposto endividamento da prefeitura para justificar a paralisia. E todos se perguntam: como é que se endivida sem realizar. É um milagre da má administração. A minha análise é que foi uma gestão muito fraca e que, por isso, não pode continuar à frente de Curitiba”, concluiu.

5 Comentários

  1. Fruet tá até agora procurando a “autoridade competente” da Prefeitura para pedir que a Guarda Municipal desocupe a invasão do MST numa rua central da cidade!

  2. DEP. COM TODO RESPEITO, PRIMEIRO VOCE ENTROU PELA JANELA. SEGUNDO VOCE FALAR MAL O GUSTAVO, VOCE CONHECE BEM CURITIBA,, É FEIO FALAR DO GUSTAVO COM TODA A BAGAGEM POLITICA QUE ELE TEM,, JÁ QUE VOCE GOSTA DE FALAR MAL DOS OUTROS, PERGUNTE NOSSO PREFEITO COMO ELE PEGOU A PREFEITURA DEP. ISSO NÃO INTERESSA .

  3. Gustavo Fruet foi um excelente parlamentar, mas perdeu o rumo, em Brasília sua atuação era pautada por princípios e valores, na gestão de Curitiba, se aliou ao que havia de pior na política curitibana.

    O Município foi administrado olhando para o umbigo, para beneficiar os servidores, mas isso em detrimento dos contribuintes.

    A Prefeitura necessita criar um novo centro administrativo, longe de imóveis supervalorizados, deve se desfazer de ativos.

    O que caracteriza a administração escolar é o fundamentalismo dos investimentos.

    Um dos problemas é combinar com propriedade os investimentos. Uma escola com apenas uma sala de aula não será capaz de ensinar mais e melhor contratando uma dúzia de professores. Assim como uma escola com apenas um professor não fará muito progresso construindo uma dúzia de salas de aula.

    Mas escolas não têm apenas salas e professores, e nem salas e professores são iguais. Melhoras na educação dependem de uma combinação fantástica de fatores existentes e a serem criados, que vão do papel (ou dos pixels) do livro texto à localização geográfica e ideológica da escola. Não é qualquer investimento que gera crescimento. Você não dobra o tamanho de um bolo dobrando a quantidade de apenas um ingrediente.

    Diferente de receitas culinárias, o grande bolo da civilização humana não vem com uma lista de ingredientes e medidas prontas a serem copiadas. Cabe ao empreendedor a missão de analisar a demanda para ver quais combinações de investimentos e em que dosagem as pessoas precisam. Vários desses investimentos irão fracassar, alguns irão suceder. É desse processo competitivo de tentativas e erros que aprendemos como transformar capital em educação, saúde, moradia, lazer etc.

    Propostas mais próximas do capitalismo para os pobres preferem subsidiar a demanda e deixar a oferta nas mãos dos empreendedores. O dinheiro gasto com contratação e salário de professores, com construção e manutenção de escolas, seria mais bem aplicado se fosse transferido diretamente para alunos pobres. Suas famílias teriam assim o poder de consumo para escolher qual escola oferece a melhor educação. E as escolas passariam a competir para melhor investir nesses alunos.

    O fundamentalismo do investimento ainda é capaz de gerar um efeito culatra. Empresas pagam empregados de acordo com seu desempenho a fim de castigar a ineficiência e aumentar a produtividade dos seus funcionários. Governos que financiam agências e escolas de acordo com sua necessidade estão castigando o desenvolvimento das capacidades e recompensando a multiplicação de necessidades. Quanto pior for o desempenho das escolas, maior será sua necessidade e, portanto, mais acesso ela terá a verbas públicas.

  4. -A culpa não é somente do Fruet, mas dos eleitores que votaram em um cidadão sem a experiência de gestão municipal alguma. Votaram nele no desempenho do mesmo como parlamentar, que foi muito bom. Agora como administrador e gestor municipal deixou muito à desejar.
    -E é e sempre será assim, votar em políticos sem experiência alguma como administrador, gestor, articulador político…não haverá nenhuma chance de sua administração conseguir lograr êxito.
    -É o provável caso de todos que se candidatam à prefeituras e governos de estado.

  5. Ketlin Pamella Responder

    Esta no papel dele como concorrente a prefeitura, pois não tem passado como administrador, apareceu como comentarista de TV , é isto!

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