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Serra deve acabar com mordomias de Requião e Rosinha

MERCOSUL - Representação Brasileira no Parlamento do MERCOSUL

Será o fim das viagens, hospedagens em hotéis de luxo e dos vinhos caros em Montevidéu, Buenos Aires e outras capitais do Mercosul, afeitos típicos do senador Roberto Requião (PMDB-PR) e da prebenda e das outras mordomias do ex-deputado Dr. Rosinha (PT) na capital do Uruguai? O Itamaraty avalia uma lista elaborada pelo Ministério do Planejamento com 34 organizações internacionais – entre elas, seis do Mercosul – das quais o Brasil poderia sair para reduzir gastos. Segundo o Planejamento, a despesa total da participação brasileira com esse tipo de organismo poderia chegar, sem os cortes, a R$ 5 bilhões em 2017. Com informações de Isabel Fleck na Folha de S. Paulo.

A Secretaria-Geral do Itamaraty havia pedido que os postos no exterior e em Brasília que têm relação com as organizações apresentassem até esta sexta-feira (17) uma avaliação sobre o impacto para o país de uma eventual saída de cada uma delas.

Entre as organizações listadas pelo Ministério do Planejamento, estão fóruns com certo peso regional, como a Comissão Intergovernamental dos Países da Bacia do Prata, ou ambiental, como a Comissão Internacional da Baleia, além de um organismo da ONU —a Unido (Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial)– e o Fundo de Cooperação Técnica da Agência Internacional de Energia Atômica.

Há ainda a Organização Internacional do Cacau —produto do qual o Brasil é o sexto maior produtor mundial—, a Organização Internacional da Vinha e do Vinho.

Outras, menos conhecidas, incluem a Comissão Internacional da Pimenta do Reino e o Acordo de Conservação de Albatrozes e Petréis.

Mais relevante, a lista à qual a Folha teve acesso inclui seis organizações do Mercosul, como a Secretaria do Tribunal Permanente de Revisão —criado para solução de controvérsias—, o Instituto de Políticas Públicas de Direitos Humanos e do Fundo de Promoção do Turismo.

Este último foi aprovado no Congresso em outubro, e o Brasil é, entre os quatro membros-fundadores, o que colocaria mais dinheiro no fundo: 65% da primeira contribuição anual de US$ 603 mil (US$ 392 mil ou R$ 1,3 milhão).

Apesar de a lista incluir os seis organismos e de o Itamaraty solicitar a avaliação sobre seu peso, o Ministério do Planejamento disse à Folha que “não há discussão sobre a saída de organismos pertencentes ao Mercosul”.

Os pontos listados por cada área do Itamaraty servirão de “subsídio” para a decisão na Cipoi (Comissão Interministerial de Participação em Organismos Internacionais), que foi criada em fevereiro e reúne representantes da Casa Civil e dos ministérios da Fazenda, do Planejamento e das Relações Exteriores.

DÍVIDA

Há cerca de um ano, quando teve início a discussão sobre a saída de organizações internacionais, a dívida total do governo brasileiro com esse tipo de organismo passava de R$ 2,7 bilhões. No fim de 2015, o Brasil era o segundo maior devedor da ONU —atrás só dos EUA—, com US$ 124 milhões em dívidas.

Pelas regras da ONU, um país pode ser punido com a perda do direito a voto na Assembleia-Geral caso sua dívida seja equivalente a dois anos de contribuição.

Após o vazamento da lista, o Ministério do Planejamento diz que o debate sobre os cortes já foi iniciado, “mas não há, até o momento, nenhuma decisão tomada sobre se o país se desligará de organismos internacionais e quais seriam eles”.

9 Comentários

  1. NA CORDA BAMBA Responder

    O que mais me impressiona é a rede de ligações que o Brasil
    está ligado e que oneram o país em alguns “bilhões”; sim, “bilhões”,
    como se dinheiro desse à vontade e em qualquer árvore por aí.
    E assim, os “nobres” políticos usam e abusam dos famosos car-
    tões corporativos em suas viagens que não servem para nada. Sa-
    bem de uma coisa ? Cansei de tantas notícias ruins !!!

  2. Tem mesmo que acabar com a mordomia dessa turminha que não faz nada em favor do povo brasileiro.

  3. Quer dizer Fábio, que além da roubalheira do PT, tem a farra do turismo internacional às custas do povo brasileiro. Deveria atribuir a responsabilidade desses turismo, aos aos bolsos de quem os utilizou.
    O Dr Rosinha em se agarrando ao Senador em pauta, muito bom! Ambos morrerão afogados, abraçadinhos!!! Serão dois ratos liquidados com uma paulada só.

  4. -Putz…mas é gasto para todo o lado…assim fica difícil pedir a volta da CPMF para o povo brasileiro…ainda não cortaram nada que fosse possível…apenas gastos e mais gastos e distribuição de cargos para apadrinhamentos políticos!!!!

  5. Joaquim de Souza Franco Responder

    Acabou o dinheiro dos outros, acabou o socialismo do Senador Senil. Tremendo jaguara sem vergonha!!!

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