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Richa destaca novo ciclo industrial criado pelo Paraná Competitivo

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Nesta quinta-feira (30), o governador Beto Richa participou da entrega das novas instalações do Grupo Águia em Ponta Grossa. Com o apoio do Estado, o grupo investiu R$ 25 milhões e ampliou e modernizou o complexo produtivo na cidade. Especializada em sistemas de armazenagem e movimentação de materiais, a empresa aumentou em 40% a capacidade de produção e de 500 para 800 o número de empregados.

“Apesar da crise nacional, o Paraná vive situação diferenciada. Isso é demonstrado com exemplos práticos, no dia a dia. Estamos constantemente anunciando ou inaugurando novos empreendimentos, como esse da Águia Sistemas, que cria mais oportunidade de trabalho e contribui para o desenvolvimento da economia”, afirmou Richa. Ele citou a Klabin, a Ambev, a Paccar, a Tetra Pak e a Mars entre os grandes investimentos industriais instalados nos Campos Gerais, nos últimos anos.

O BRDE financiou R$ 6,3 milhões no empreendimento da Águia. O investimento também teve o apoio do programa de incentivos fiscais Paraná Competitivo. “Vivemos o maior ciclo de expansão industrial da história do Estado, porque temos um planejamento de ações para um desenvolvimento econômico e social mais vigoroso, segurança jurídica, diálogo com empreendedores e o apoio com incentivos fiscais”, disse Richa. Ele também ressaltou a capitalização feita pelo governo estadual no BRDE, de R$ 200 milhões, que alavanca em sete vezes os recursos para financiamento.

“O BRDE e a Águia são parceiros há mais de duas décadas, incluindo neste projeto”, disse o diretor Administrativo do banco, Orlando Pessuti. “Nossa participação contribuiu para que toda essa obra pudesse ser edificada, gerando emprego, renda e tributos, fazendo com que a economia seja mais dinâmica. Assim, podemos cumprir o papel do BRDE, que é de fomentar o desenvolvimento”, afirmou ele.

(foto: Pedro Ribas/ANPr)

2 Comentários

  1. PGR quer anular leis do Paraná que permitiram progressão de auditores
    Segundo a ação, agentes fiscais viraram auditores sem concurso público.
    Governo do Paraná diz que não houve ilegalidades e questiona ação.
    O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que sejam declarados inconstitucionais trechos de leis que permitiram a agentes fiscais do Paraná a progressão de cargo para auditores. Segundo Janot, que pediu uma liminar, a maioria deles subiu na carreira de forma irregular, sem concurso público.
    As leis questionadas por Janot são de 2002 e de 2010. Na ação, a Procuradoria-Geral da República (PGR) aponta problemas na investidura em novo cargo público, de auditor fiscal, que possui nível de complexidade e escolaridade diferente do que aquele inicialmente ocupado pelos servidores. Além disso, a ação ainda aponta a necessidade de novo concurso para ocupar os cargos de auditores.
    “As transformações de cargos resultarão no pagamento de remuneração em valores superiores aos devidos, e consequentemente, em dispêndio indevido de receitas públicas”, afirmou Janot.

  2. Guarapuava (ou será Punisher?)
    Aproveite e publique também a análise da AGU na ADI 5510 dizendo que as alterações promovidas pela LC 92/2002 e 131/2010 são inteiramente CONSTITUCIONAIS.
    Publique também o que a Procuradoria Geral da República, chefiada pelo Janot, disse na ADI 4730/DF, que tratou de uma situação de unificação de três carreiras distintas, de nível médio e superior – A PGR disse que isso NÃO VIOLA A CONSTITUIÇÃO (no Paraná sequer houve unificação de qualquer carreira, pois a única existente, de Agente Fiscal, mudou apenas de nome e inseriu o requisito de curso superior para as novas investiduras).
    Cite também a ADI 2335/SC, que foi julgada improcedente pelo pleno do STF, ou que a ADI que tratou da unificação de diversas carreiras no Ceará, dentre as quais até de motoristas, no cargo de auditor fiscal, e com justeza foi declarada inconstitucional, e que em nada se parece com o ocorrido no Paraná.

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