Uncategorized

MP quer prosseguir com processo contra Requião que apura desvio de R$ 23,7 mi

_RIA2212

O Ministério Público do Paraná opinou pela continuidade de processo envolvendo o senador Roberto Requião (PMDB-PR) e Rodrigo Costa da Rocha Loures – cotado no governo para dirigir Itaipu – sobre desvio de R$ 23,7 milhões em fiscalização de obras em rodovias no Estado. O parecer do MP foi pela legitimidade do Fórum Nacional Contra o Pedágio como autor da ação. As informações são de Andreza Matais e Marcelo de Moraes na Coluna Estadão.

Rocha Loures é pai do ex-deputado Rodrigo Santos da Rocha Loures – hoje assessor especial do presidente interino Michel Temer – e tinha cargo de gestão na IBQP, empresa contratada sem licitação para auditar as obras. Requião, à época, era governador do Paraná.

Com o parecer do MP, a 4ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba pode agilizar o julgamento do mérito.Os advogados de Rodrigo Costa da Rocha Loures afirmam que o parecer não abala a confiança de ver o processo extinto – arriscam dizer que em menos de um mês. Já a assessoria do senador disse “não ter nada a declarar”.

(foto: Careqa Cocinero)

8 Comentários

  1. Com certeza vou levar uma caixinha de mamona para ele na cadeia, e também uma caixinha de GARDENAL também, vai que ele surta, fica louco e começa a quebrar tudo,para consertar fica caro e a caixa de GARDENAL é barata

  2. Coitado do velho gagá. Agora é que ele se entope de uma vez com mamona e Gardenal contrabandeado do Paraguai!

  3. AINDA QUER COLOCAR O FILHO, NA PREFEITURA OLHE CURITIBANO ESSES QUE QUEREM SER CANDIDATO , VIVA NOSSO PREFEITO GUSTAVO SEM MANCHA É ESSE QUE QUE QUEREMOS.

  4. Requiao E Ladrao???????,mas como….com tanta lábia….e um bom vagabundo,quando morrer,vai ser enterrado em vala comum,e comida do capetá…

  5. Esse é mais um lamento , com a certeza da impunidade os bandidos dão até prazo para se acabar as investigações, ainda mais quando se deita e rola no planalto, um assessor especial da presidência e um senador rindo à toa, não vai dar em nada, são mais dois na estatística da política metendo as mãos no dinheiro público.

Comente