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Hospitais não saem do papel e Fruet culpa crise

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A construção de dois hospitais públicos em Curitiba, prevista no plano municipal de saúde (2014-2017), não devem sair do papel até o final do ano. O Hospital da Zona Norte e o Instituto da Mulher – chamado anteriormente de Hospital da Mulher – são promessas de campanha do prefeito Gustavo Fruet (PDT) e devem ficar para a próxima gestão. Até o momento, não houve reunião de recursos para estas obras. As informações são da Massa News.

No mês de maio, em uma audiência na Câmara Municipal a superintendente da Secretaria Municipal de Saúde, Jane Sescatto, afirmou que o projeto do Hospital da Zona Norte foi aprovado pela Caixa Econômica Federal, com investimentos previstos de R$ 84 milhões, entre recursos das três esferas de governo. Durante a audiência, ela afirmou que a prefeitura não tem em caixa os R$ 17 milhões necessários para desapropriar o terreno onde o hospital seria construído. A superintendente afirmou que, sem o terreno próprio e com a atual crise financeira, não era possível afirmar com certeza se a obra será realizada.

Jane também informou na ocasião que estava prevista para o segundo semestre a licitação para a obra do Instituto da Mulher, no Bairro Novo, com orçamento previsto em R$ 56 milhões, sendo R$ 30 milhões da prefeitura e o restante do governo federal.

A Secretaria Municipal de Saúde, por meio de assessoria de imprensa, comunicou que a viabilidade das construções do Instituto da Mulher e do Hospital da Zona Norte, previstas no Plano Municipal de Saúde vigente, “tem sido buscada desde 2013 e as obras ainda serão executadas. A desvalorização do real e a inflação da saúde – que elevaram os custos previstos para as obras -, associadas à crise econômica que assola o país, postergaram os planos de construção”, traz a nota enviada à reportagem do Massa News.

Segundo a secretaria, neste momento, a construção do Instituto da Mulher, estimado em R$ 52,6 milhões, encontra-se em fase de elaboração de projeto. A homologação da licitação e assinatura do contrato com o consórcio vencedor ocorreram na última semana. A secretaria informou que o projeto deve ser finalizado em até 150 dias. Após disto deve ocorrer a licitação da obra, que deve ser concluída em 30 meses após o início dos trabalhos.

De acordo com o órgão, a administração municipal continua em busca dos recursos necessários para a execução completa do Hospital da Zona Norte para que um terreno identificado no Atuba possa ser desapropriado. O anteprojeto elaborado prevê a construção de uma estrutura com 210 leitos hospitalares. “Paralelamente a isso, a Secretaria da Saúde está envolvida com outros órgãos para viabilizar a abertura de pelo menos essa quantidade de leitos na rede hospitalar de Curitiba – leitos já existentes, mas que se encontram sem uso no momento”, indica. “Ressaltamos ainda, que, em relação ao Plano Municipal de Saúde 2014-2017, a Secretaria Municipal da Saúde cumpriu 80,8% das 219 ações previstas para 2014 e 80,1% das 237 ações programadas para 2015”, traz a nota.

Apesar disto, faltaram obras estratégicas, como no caso do Hospital da Zona Norte e do Instituto da Mulher. Com o adiamento das obras, a população curitibana fica sem opções importantes na saúde pública e que foram divulgadas como compromissos para esta gestão.

(foto: internet)

4 Comentários

  1. Fruet mentiroso Responder

    Não tapa nem buraco e corta mato, imagina construir hospitais.
    Se tá difícil pra você Fruet, nós vamos tirar você esse ano seu enganador.

  2. ELEITOR DE BOA MEMORIA Responder

    e o povo tem certeza que a culpa é somente dele. curitiba é uma das capitais que mais arrecada no Brasil, mas o fruet dedicou toda a gestão dele as bicicletas , ele que pegue aquela que eta na frente da prefeitura e saia de fininho “a francesa”

  3. Observador Atento Responder

    O prefeito (prefeito?) Gustavo Fruet tem que parar com desculpas e procurar justificativas para o caos que foi sua administração. Não realizou uma única obra de vulto, apesar das promessas. Praticou estelionato eleitoral. Seus assessores, na falta de realizações, tentaram “pregar” que o importante e SENTIR. Realmente o curitibano sentiu, sentiu a falta de obras, sentiu que foi enganado, sentiu a cidade abandonada. Deu preferência a seus amigos ciclistas e ao hospital para cachorros esquecendo as necessidades básicas e prioridades da grande maioria da população.

  4. roberto novaes jr Responder

    Os comentaristas anônimos acima estão completamente desinformados. Embora eu reconheça o anonimato como forma de expressão de baixo valor intelectual, quero acrescentar EXATAMENTE o contrário, com referência ao Hospital Zona Norte, que tem na Secretaria Municipal de Planejamento uma estratégia segura, correta e factível de se implementar, através de uma PPP. O assunto, embora sem manchetes, sem alardes,vem sendo desenvolvido com extremo profissionalismo dentro da realidade brasileira e brevemente poderá ser anunciado sem falsas promessas. A comunidade curitibana será sim contemplada com um excelente centro de saúde e de excelência médica.

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