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A dura vida do artista

Do twitter de Roberto Requião ‏@requiaopmdb

Já em Montevideo para o Parlasul. Agradeço sugestões de restaurante para o jantar.

12 Comentários

  1. Prestem atenção eleitores do Paraná para o deboche deste senador. Ele simplesmente ignora o que acontece no Brasil, onde sua “ídola” está com seus dias contados e mostra preocupação com o nome do restaurante onde vai fazer sua refeição, com o dinheiro público. Para 2018 só faltam 2anos e meio; ele que aproveite.

  2. Meus amicíssimos João Feio e Rubens
    Buenos, junto aos familiares do saudoso
    Ciro Frase, estarão por aí neste ” week end”.
    Assim, muito embora a ingrata atinja mortalmente minha sofrida algibeira, desejo-lhe ótima estadia.

  3. eleitor desmemoriado. Responder

    Porquê velhote, é você que vai pagar desta vez ? Ou vai por mais este jantar na nossa conta?

  4. Essa é a maldita esquerdalha brasileira. Falam tanto em pobre, em Carta del Puebla, em sacrifício etc, mas é tudo lorota.
    Não passam de um bando de aproveitadores, usurpadores, e pior, boa parte deles, simples ladrões.
    Esse Requião,que por algum tempo manteve uma linha de vida até que aproveitável, ao se misturar a Lula e ao resto da quadrilha petista, transformando-se num “heroico e obstinado bolivariano”, baba-ovo de Chávez e demais caudilhos sud-americanos, acaba seus dias como um patético vovô que só fala bobagem; que faz parte da pequena, mas ruidosa matilha que defende o estrupício Dilma; que briga com tudo, e com todos, de adversários a parceiros, sendo que já dividiu o próprio PMDB no estado, entre tantos outras maluquices, fazendo juz ao velho apelido de Maria Louca.
    E assim gasta seus últimos dias de político só fazendo asneiras; fazendo de tudo para entrar para a história como um dos piores políticos que já tivemos.
    Pra mim, disparado, o pior da nossa história.

  5. Moisés Fróes Responder

    Requião, nos faça um enorme favor: fique aí mesmo com a Cristina, sua amiguinha, só amiga??? Perguntar não ofende, e não me mostre e nem ameace em puxar o meu dedo, pois não sou o jornalista.

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