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Maria Tereza Uille é eleita para CNJ

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A Câmara dos Deputados elegeu, por 141 votos, Maria Tereza Uille Gomes, procuradora de Justiça do Paraná, para uma vaga no Conselho Nacional de Justiça. Ela concorreu com outros seis candidatos. A indicação segue para análise dos senadores.

O CNJ tem 15 integrantes e é responsável por processos administrativos referentes aos juízes e à Justiça. Elabora metas de julgamento para o Poder Judiciário, realiza convênios e analisa reclamações sobre a conduta de magistrados, além de rever processos disciplinares. O CNJ é comandado pela presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia.

Ex-procuradora-geral de Justiça do Paraná, Maria Tereza Uille ingressou na instituição em 1987. É doutora em sociologia pela UFPR e autora do livro “Direito Humano à Educação e Políticas Públicas”.

Foi a primeira mulher eleita presidente da Associação do Ministério Público do Paraná e a primeira mulher eleita Procuradora-Geral de Justiça no estado. Também foi secretária de Justiça do Paraná e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos. É integrante do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária do Ministério da Justiça.

(foto: ANPr)

6 Comentários

  1. Doutor Prolegômeno Responder

    Muito boa nomeação. A rainha de copas, segundo Requião, poderá decepar muitas cabeças que se julgam coroadas e ungidas.

  2. Parreiras Rodrigues Responder

    Justa a eleição da d.ra Tereza. Requião não tem cuca para emitir opinião nenhuma a respeito dela. Ela reza por cartilhas que se chamam Constituição, Código Penal e Código Civil. E pronto. Me lembro que fui à sua posse como Pocuradora da Justiça, a convite do então advogado d.r Orrutea, de Londrina, meu amigo desde Santa Isabel do Ivai.

  3. Justa e merecida nomeação. A Drª Maria Tereza Uille Gomes, vai representar e muito bem o Estado do Paraná no CNJ. Parabens !!!

  4. O que não podemos admitir é o senado enfim políticos colocarem suas marcas, definir e escolher nomes, para cargos de extrema expressão, como se um poder estivesse vinculado ao outro. Não discutimos nomes mais a forma e o processo. Filhas de ministros do supremo foram escolhidas para serem desembargadoras, através de articulação politica e troca de favores. As redes sociais mostram abertamente.
    Para os normais terem acessos só através de concurso, enquanto, os ungidos tem caminhos pavimentados.

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