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Barros impõe nova gestão na Saúde e reinveste R$ 1,9 bilhão

RicardoBarrosSaude
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, se reuniu com prefeitos, gestores e secretários municipais de dez regiões do Paraná nos últimos dias. Nos encontros, Barros fez um balanço dos primeiros 200 dias à frente da pasta e anunciou o investimento de R$ 1,9 bilhão no sistema. O valor é resultado de economias na compra de medicamentos, reforma administrativa e revisão de contratos.

“Esses recursos vão contribuir para melhorar e acelerar o atendimento de quem precisa de exames, consultas e cirurgias. Além de garantir o custeio de serviços o custeio de serviços que necessitavam da nossa contrapartida. Em todo o Brasil a economia é de R$ 1,9 bilhão que estão sendo reaplicados para a oferta de mais serviços de saúde.

Barros afirmou que o Ministério liberou R$ 402,7 milhões para o Estado do Paraná. Desse R$ 306,5 milhões de emendas parlamentares e R$ 138,2 do Governo Federal. O dinheiro foi destinado ao custeio de 671 serviços/leitos que estão em funcionamento e não contavam com contrapartida ou qualificação do SUS. O estado também recebeu 23 novas ambulâncias para renovar a frota do SAMU 192.

PARCERIA – A vice-governadora, Cida Borghetti, representou o Governo do Paraná nas agendas e reforçou a parceria entre Estado, União e prefeituras. “Hoje o Paraná é um dos Estados que mais investe em Saúde no Brasil, foram mais de R$ 15 bilhões nos últimos seis anos.”, disse.

A vice-governadora destacou o programa Rede Mãe Paranaense que direcionou mais e R$ 630 milhões exclusivamente para a melhoria das condições de assistência a gestantes e bebês. “Hoje o Paraná é referência no país e tem os menores índices de mortalidade materna e infantil da história”.

Cida Borghetti também recebeu demandas e reivindicações dos prefeitos demandas junto aos governos estadual e federal. A vice-governadora é a responsável pelas relações do Paraná com Brasília.

Desde sexta-feira (20) o ministro Ricardo Barros esteve em Cornélio Procópio, Ponta Grossa, Pato Branco, Paranaguá, Paranavaí, Cianorte, Campo Mourão, Umuarama, Cascavel e Toledo.

2 Comentários

  1. Podia parar de fazer campanha por uns dias e se concentrar no surto de febre amarela que está tomando conta do país.

  2. Essas notícias só saem aqui. Ninguém mais está prestando atenção a números.

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