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Em rota de colisão

Os encontros de dirigentes da APP-Sindicato com o governo não mudaram em absolutamente nada as posições dos dois lados. Tanto o governo quanto os professores parecem irredutíveis.

Os professores deram um ultimato e um prazo ao governo. Exigem que todas as suas reivindicações sejam atendidas até amanhã, sexta-feira, para evitar que a assembleia dos professores, no sábado, em Maringá, decrete greve por tempo indeterminado nas 2,1 mil escolas da rede pública do estado.

Entre as exigências da APP-Sindicato estão a derrogação da medida que “reduz em 50% nos salários dos professores, com a não atribuição de aulas extraordinárias, e a demissão de 10 mil mestres contratados em regime PSS com a diminuição da hora-atividade (sustentada por uma liminar)”.

O governo reafirma sua posição de não fazer concessão para conter gastos e evitar “que a crise que se abateu sobre estados como o Rio, Rio Grande do Sul e Espírito Santo contamine o Paraná”.

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