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Tropas federais não ocuparão comunidades no Rio de Janeiro,
diz ministro da Defesa

do G1

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, o secretário estadual de Segurança Pública, Roberto Sá, e o comandante da Operação Segurança e Paz, general Mauro Sinott, fizeram na tarde deste sábado (29) um balanço sobre o primeiro dia da atuação das tropas federais no estado. Jungmann agradeceu à população pela “maneira comovente” como recebeu o esforço conjunto dos governos federal e estadual.

Jungmann declarou que já está sendo preparada a segunda fase da operação. “Essa primeira fase será de curta duração. Não vamos fazer longos períodos de patrulhamento e não vamos ocupar comunidades”, disse o ministro, acrescentando que a próxima etapa será voltada para o principal objetivo, que é combater o crime. “Ainda não estamos naquela etapa, que é a central de nossa estratégia, que é reduzir a capacidade operacional do crime”.

O ministro também declarou que a lógica do governo não é a da ostensividade, mas sim reduzir a capacidade operacional do crime. “Nas próximas fases, vocês vão ter resultados de fato, no sentido de golpear a capacidade organização do crime organizado. A ostensividade cessa e depois volta. Se me permitem uma imagem, é como um vagalume, cuja luz acende e apaga, acende e apaga”, afirmou.

Segundo Sá, a avaliação é “extremamente positiva”, devido ao aumento da sensação de segurança nas ruas, mas ainda é muito cedo para divulgar números e avaliar indicadores do impacto da operação. “De um dia para outro, sem auditar os dados, não é possível divulgar nada ainda”, explicou o secretário.

Ainda de acordo com Roberto Sá, o reforço federal vem no momento em que a pasta tem dificuldade para ter 8 mil policiais a mais na rua. “São 4 mil policiais aprovados que não entraram na corporação, três mil policiais que saíram e mais mil que não estão no RAS [Regime Adicional de Segurança]”, afirmou.

3 Comentários

  1. Oi Fábio, eu cheguei ao seu artigo por q estava procurando no Google o equivalente ao qu foi noticiado em jornais internacionais como sendo um ameaça a democracia. Faz alguns anos que sai. Do Brasil e diante de tanto burburinho político eu me abstive de ler mta coisa pior tava me deprimindo. Te confesso q me assusta . Eu sinceramente não sei o q pensar, de um lado a violência terrível q assola o país, do outro um perigo iminente do abuso de poder em cima do pobre. .

  2. Até porque se subirem às FAVELAS CARIOCAS vão servir de ALVO DA BANDIDAGEM!!!

    PS: Comunidade? Estão de brincadeira!

  3. eleitor desmemoriado. Responder

    Ih Rosa, te recomendo que leia o Diário de Notícias de Portugal, eles não são nada delicados com o caos carioca e não falam em “ameaça à democracia”. Talvez por serem nossos irmãos nos vejam de forma tão ” apaixonada”

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