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Dos absurdos da República

Na foto, Celso Jacob, deputado pelo PMDB do Rio de Janeiro. Foi condenado por falsificação de documento público e dispensa indevida de licitação. Os crimes correspondem à época em que Jacob era prefeito de Três Rios (RJ), entre 2001 e 2008.
Ele divide suas atividades: de dia é deputado, à noite presidiário.
Pretende votar hoje a favor de seu colega de partido, dirá não ao prosseguimento da denúncia contra Temer. Mas isso só acontecerá se conseguir ser chamado para votar antes do início da noite, do toque de recolher, quando tem que voltar para prisão.

Por mais difícil que seja engolir uma situação como esta, Brasília não dá folga no quesito surpresa. Celso Jacob não é o único. Outros cinco deputados condenados à prisão também participarão da votação de hoje: Paulo Maluf (PP-SP), Paulo Feijó (PR-RJ), João Rodrigues (PSD-SC), Roberto Góes (PDT-AP) e Alberto Fraga (DEM-DF).

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