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Chopada no Hospital da Universidade de Ponta Grossa vira escândalo

Uma autorização de serviço para a compra de 210 litros de chopp do tipo Pilsen tradicional, da marca Koch Bier, timbrada e assinada pelo presidente da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Institucional, Científico e Tecnológico da Universidade Estadual de Ponta Grossa (FAUEPG), Carlos Alberto Volpi, mantenedora do Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais, no valor de R$ 1.890,00, à ser entregue no Hospital, virou escândalo e polêmica nas redes sociais.

O documento, datado no dia 28 do mês passado, aponta como endereço de cobrança a sede da FAUEPG e informa que o pagamento será efetuado em até 30 dias após a entrega da mercadoria. Procurado pela reportagem, Volpi não quis comentar o caso. O diretor do Hospital, Everson Krum, nega o pagamento e a entrega no hospital. Segundo ele, houve uma confusão e o chopp era destinado a uma festa de residentes do hospital que ocorreu fora da unidade. Pois, pois, sob investigação, tudo a esclarecer.

“Os residentes organizaram uma festa, do Dia do Residente, 30 de setembro, e erroneamente foi colocado como local de entrega aqui no hospital. Os residentes tem uma conta de algumas verbas que eles recebem e arrecadam e mantém na Fundação [FAUEPG]. Havia outras coisas envolvidas, como refeição, e acabou sendo feita esta cotação e local de entrega aqui no hospital. A festa nem foi aqui, imagina se vai ter chopp dentro de hospital”, esclareceu Krum. “Sofremos a fiscalização do Tribunal de Contas do Estado e seria um erro infantil nosso pagarmos chopp”, completou, informando que a despesa foi paga pelos preceptores (orientadores dos médicos residentes).

2 Comentários

  1. eleitor desmemoriado Responder

    Agora só está faltando o diretor do dito hospital cometer suicídio como aquele reitor. Se a moda pega vamos ter muitas mortes por causa de pessoas que se sentiram “injustiçadas”. Será este mais um caso de injustiça?

  2. Joao Luis Matos Responder

    Mais fácil os funcionários cometerem suicido como já aconteceu com a enfermeira que não aguentou assédio moral e perseguição, como outros funcionários q trabalham dopados,depressivosele e uma ovelha disfarçada de demônio.Ele persegue,propaga o assédio moral,por ordem dele ninguém estaciona atrás do hospital pq somente a direção pode e com cuidados exclusivos da empresa Force,como memorando enviado a todos os servidores via email,quando elé mudou a gerência de enfermagem pq nao queria acobertar as faltas da protegida dele q manipulava o meta4.

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