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‘Em política não tem amiguinho’

Da Folha de S. Paulo,

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, bem que tentou dar ares de normalidade à sua relação com Michel Temer ontem, na véspera da votação da segunda denúncia contra o presidente da República.
Mas o discurso de paz não resistiu a uma provocação. Pouco depois de voltar do Palácio do Planalto, onde reuniu-se com Temer, Maia sentou-se para conversar com um grupo de jornalistas no cafezinho anexo ao plenário da Câmara.
Questionado se a relação com Temer estava totalmente pacificada e se agora eram “amiguinhos para sempre”, Maia reagiu: “Em política não tem amiguinho, muito menos para sempre”.

(Foto: Marcos Correa/PR)

2 Comentários

  1. Jose Nascimento Responder

    Para agradar o Maia, miSHELL como um CURDO, e capaz ate de oferecer a Marcela, só que na hora de entregar, ele manda um pacote dessa erva Macela, colhida na semana Santa no Sul do Brasil.

  2. Doutor Prolegômeno Responder

    Talvez fosse Getúlio que dizia que nem tão amigos que não passamos brigar, nem tão inimigos que não possamos fazer as pazes. Getúlio foi um ditador que foi deposto – como sói acontecer aqui a na Argentina -, e voltou eleito no braços no povo. Criou um populismo que construiu em cima de mitos e propaganda, entre eles a malfadada CLT, símbolo do atraso e do botocudismo brasileiro. Era um amigo suave e um inimigo feroz, mas, que perdoava em prol de um interesse político maior. Quando governador do RS, recebia a relação de passageiros dos trens vindos de SP e RJ para saber quais inimigos estavam à bordo e mandava-os buscar na estação da capital, de carro oficial com chofer, que os levada ao palácio para um café e um tapinha nas costas. Coisas de um Brasil que ficou para trás. Hoje a política é exercida por beócios, ineptos e energúmenos.

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