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Richa desmente fofoca de colunista

Não é esta a primeira vez que Lauro Jardim, colunista de gossips faz das suas e cai do cavalo. Agora, ele força a barra e anuncia que o governador Beto Richa vai passar por maus lençóis diante de acusações feitas pelo empreiteiro Eduardo Lopes de Souza, que desviava dinheiro da construção de escolas em conluio com Maurício Fanini, ex-diretor da Secretaria de Educação.

O governador Beto Richa desmentiu imediatamente a nota de Jardim: “A suposta afirmação do empreiteiro-criminoso Eduardo Lopes de Souza em sua delação é absolutamente mentirosa e caluniosa. Aliás, essa parece ser a tática adotada por boa parte dos criminosos apanhados em seus delitos: envolver outras pessoas para tentar transferir suas responsabilidades. Vou processá-lo por mais este crime.”

Para detalhar e esclarecer o caso, vamos por partes:

1 – Eduardo Lopes de Souza, dono da empreiteira Valor, foi preso pela polícia do Paraná, por desviar dinheiro público destinado à construção de escolas. A investigação foi determinada pelo governador.

2 – Eduardo Lopes de Souza agia mancomunado com Maurício Fanini, diretor da Secretaria de Educação que liberava recursos para as obras. O governador Beto Richa demitiu Fanini, que foi investigado e acabou preso.

3 – Eduardo Lopes de Souza e Maurício Fanini, sócios na falcatrua, indicados como criminosos pela investigação policial, decidiram fazer delações premiadas para escapar da cadeia. E para valorizar sua negociação com o Ministério Público, afirmaram que o dinheiro, ou parte do dinheiro desviado, era para a campanha eleitoral de Richa.

4 – Beto Richa nunca viu Eduardo Lopes de Souza, nunca o cumprimentou, sequer foi apresentado ao empreiteiro. Não sabia de sua existência até a denúncia de que ele desviava dinheiro da construção de obras públicas.

5 – Maurício Fanini foi demitido e a ordem para investigá-lo partiu do governador Beto Richa.

6 – Tudo demonstra que Lopes de Souza e Fanini apelaram para a delação premiada e envolveram o governador para valorizar o escambo e tentar escapar dos rigores da lei.

2 Comentários

  1. Caiçara do Litoral Responder

    Já vi esta estória acontecer antes na Operação Publicano. Promotores, Juízes e Gaeco, vão ter de explicar muita coisa, pois atualmente a espada está apontada para eles.

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